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RJ receberá Pré-Olímpico de vôlei masculino a partir de 30 de setembro
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O Rio de Janeiro vai sediar a partir de 30 de setembro um dos três Torneios Pré-Olímpicos de vôlei masculino, que distribuem vagas para os Jogos de Paris 2024. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (15) pelo governador do Rio, Cláudio Castro, que confirmou ainda a realização de etapas da Liga das Nações (masculina e feminina) em maio e junho de 2024, véspera da abertura dos Jogos. Durante a cerimônia no Palácio Guanabara, o governador também lançou a candidatura do Rio à Copa do Mundo de vôlei de praia, em 2025.

O Ginásio do Maracanãzinho, zona norte da capital fluminense, será o palco do Pré-Olímpico, que reunirá oito equipes, entre elas a seleção brasileira, comandada pelo técnico Renan Dal Zotto. A disputa ocorrerá de 30 de setembro a 8 de outubro também nas duas outras sedes da seletiva: China e Japão. Na última quarta (8), a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) já havia definido o Brasil como uma das sedes das seletivas de vôlei masculino.
De acordo com Cláudio Castro, a Secretaria de Esporte e Lazer investirá R$ 11 milhões na realização Pré-Olímpico na capital fluminense.
O sorteio das chaves será na sexta-feira (17), às 9h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo no YouTube da Federação Internacional de Vôlei (FIVB). As seleções de 24 países (confira todas abaixo) serão sorteadas para os três torneios. Apenas as duas mais bem colocadas em cada competição se classificam para os Jogos de Paris. Uma das vagas já está reservada à França como país-sede, tanto no masculino, quanto no feminino.
Os Jogos de Paris reunirão 12 seleções de cada gênero. Além das vagas distribuídas pelos Pré-Olímpicos – seis no feminino e seis no masculino –, as outras serão destinadas às seleções mais bem colocadas no ranking mundial, após a fase preliminar da Liga das Nações de 2024.
Seleções masculinas
Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Bulgária, Canadá, Catar, China, Cuba, Egito, Eslovênia, Estados Unidos, Finlândia, Holanda, Irã, Itália, Japão, México, Polônia, República Tcheca, Sérvia, Tunísia, Turquia e Ucrânia.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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