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Tênis: Bia Haddad Maia fica com o vice nas duplas em Indian Wells

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A brasileira Beatriz Haddad Maia ficou com o vice-campeonato do WTA 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos. Neste sábado (18), a parceria da paulista, 26ª do ranking de duplas femininas da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), com a alemã Laura Siegemund (28ª) perdeu das tchecas Katerina Siniakova e Barbora Krejcíkova – números um e dois do mundo, respectivamente – por dois sets a um, com parciais de 1/6, 7/6 (7-3) e 7-10, em uma hora e 57 minutos de partida.

A parceria tcheca obteve uma quebra de serviço logo no primeiro game e precisou de apenas 29 minutos para fechar o set em 6/1. Na parcial seguinte, Bia e Siegemund equilibraram as ações e foram mais eficientes no tie-break, ganhando por 7 a 3 e forçando a realização do match tie-break (set desempate, em que vence quem chegar primeiro a 10 pontos). As rivais, porém, retomaram o controle na hora crucial e fizeram valer o posto de melhor dupla do mundo. Sempre à frente no placar, Siniakova e Krejcíkova fizeram 10 a 7 e ficaram com o título.

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Em termos de importância, os torneios nível WTA 1000 ficam atrás, somente, dos quatro Grand Slams – Aberto da Austrália, Roland Garros (França), Wimbledon (Reino Unido) e US Open. Em competições desta categoria, Bia tinha outros dois vices, ambos em 2022: um de simples, em Toronto (Canadá), e um de duplas, em Guadalajara (México).

Foi a segunda vez que Bia decidiu um título profissional contra Siniakova e Krejcíkova. No ano passado, ela e a cazaque Ana Danilina enfrentaram a dupla tcheca na final do Aberto da Austrália, mas também saíram derrotadas.

A competição em Indian Wells foi a primeira de Bia tendo Siegemund como parceira. Na próxima atualização do ranking da WTA, ambas devem aparecer próximas do top-20 das duplas femininas. Em simples, a brasileira figura em 13º lugar. Eliminada na terceira rodada do torneio individual, a paulista deve perder uma posição na lista.

O próximo compromisso de Bia será o WTA 1000 de Miami, também nos EUA. A competição terá início na próxima quinta-feira (23).

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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