MATO GROSSO
Biblioteca Estadual inaugura estátua em homenagem ao historiador Estevão de Mendonça
MATO GROSSO
“A biblioteca é um patrimônio da sociedade mato-grossense, um espaço que é fonte de conhecimento, de informação e de cultura. É uma honra estarmos aqui celebrando sua história com a entrega dessa homenagem ao Estevão de Mendonça, e que também marca a localização tão representativa da biblioteca, em um prédio histórico bem no centro de nossa capital”, destacou Jan Moura, secretário adjunto de Cultura da Secel.
A estátua identifica a existência da Biblioteca Estadual em um dos mais imponentes prédios do Centro Histórico de Cuiabá, o Palácio da Instrução. Produzida pelo artista plástico Elias Santos, o tributo à personalidade pública passa a ser também um ponto para eternizar memórias em fotos de visitantes. ;![]()
Além da entrega do monumento, a programação de aniversário contou ainda com apresentação da Banda Musical da Polícia Militar de Mato Grosso e com uma palestra do historiador Suelme Evangelista Fernandes. Dentre os convidados, estiveram presentes no evento historiadores, educadores, estudantes e a neta de Estevão de Mendonça, Adélia Maria Badre Mendonça.
“Todos nós da equipe da biblioteca celebramos com muita alegria essa data. Temos orgulho por atuar nessa instituição de forte influência histórica e cultural, de interação e de convivência da comunidade. Que a Biblioteca Estevão de Mendonça continue sendo um lugar de referência para todos aqueles que buscam aprender”, enalteceu a gerente da Biblioteca, Elienes Moreira.![]()
Histórico e funcionamento
A Biblioteca Estadual foi criada por meio do Decreto 307 de 26 de março de 1912. Desde sua fundação, a então Bibliotheca Pública do Estado passou por outros cinco endereços localizados no centro da capital, Cuiabá, até ser instalada no Palácio da Instrução, em 1975, onde permanece até hoje. ;
Foi em 1982, em homenagem ao seu primeiro diretor e organizador, que recebeu a denominação de Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça. Criada com um acervo de cerca de 1 mil exemplares, a instituição abriga hoje, aproximadamente, 75 mil volumes divididos nas coleções temáticas: Literatura, Mato Grosso, Indígena, Afro, Infantil, Arte, Obras raras, Braille, Periódicos, Multimídia, Assuntos Gerais, Especial e Obras de referência. ;
O equipamento cultural é uma das unidades administrativas da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer e conta com uma equipe de profissionais das áreas da biblioteconomia, pedagogia e educação, além de técnicos e estagiários. O Decreto 1.302/2022 estabelece as diretrizes de seu funcionamento.![]()
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Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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