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Catadores de materiais recicláveis recebem leites arrecadados em ação promovida pela primeira-dama de MT

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As equipes da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf), entregaram nesta quinta-feira (30.03) os leites arrecadados na 1ª Caminhada SER Família Mulher, idealizada pela primeira-dama de Mato Grosso Virginia Mendes, e realizada no dia 18 de março, no Parque Mãe Bonifácia, em Cuiabá.

Foram entregues 1.120 litros de leite, entre caixas de leite e latas de leite em pó, para 140 famílias do Aterro Sanitário de Cuiabá, que trabalham no local há mais de 15 anos e fazem parte do Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis do Brasil. Outras 75 famílias catadoras de recicláveis e reutilizáveis em Várzea Grande também receberam 600 litros de leite.

A entrega foi acompanhada pela secretária interina da Setasc, Grasielle Bugalho, pela secretária adjunta de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva, Marilene Marchese, pela Defensora Pública do Estado, Kelly Monteiro e pelo secretário adjunto de Assuntos Comunitários, Édio Martins de Souza.

No momento da distribuição do leite às famílias, houve muita emoção entre os catadores. É que a partir da próxima semana o aterro deixa de funcionar na região do Barreiro Branco e será transferido para o Bairro Pedra 90.

Na oportunidade, a secretária Grasielle garantiu às famílias do Aterro Sanitário de Cuiabá que todas estão cadastradas e aptas a receberem o programa SER Família.

Jocimara Abadia de Oliveira, de 29 anos e mãe de dois filhos, diz que passou as duas gestações no aterro e trabalha no local junto com a mãe, para sustentar a família.

“Hoje a gente encerra um ciclo aqui dentro. Deus está preparando o melhor para nós, eu creio. A primeira-dama de MT nunca deixou a gente desamparado, em momento algum. Nós a amamos de coração”, disse Jocimara.

Cidinha Nascimento, presidente da Associação de Catadores de Material Reciclável e Reutilizável Mato Grosso Sustentável (ASMATS), agradeceu a iniciativa da primeira-dama Virginia Mendes em idealizar a 1ª Caminhada Programa Ser Família Mulher que possibilitou a arrecadação. “Esperamos que esse tipo de ação continue sempre e que possamos ser novamente beneficiados”, acrescentou.

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“Mais uma vez a dona Virginia lembrou da gente. Para nós, catadores de material reciclável, que ganhamos centavos por cada quilo, um litro de leite pesa no nosso bolso. Essa doação só vem a nos ajudar e agradeço mais uma vez por ela ter lembrado da gente. Em todas as ações que a Virginia faz, estamos sempre presentes, porque ela nunca nos esquece. Muito obrigada e gratidão a todos que colaboraram e que foram na caminhada”, concluiu Cidinha.

O representante estadual do Movimento Nacional dos Catadores do Estado de Mato Grosso, Thiago da Silva, destaca que essa doação é mais uma ação dentre tantas que o Governo de Mato Grosso já realizou no Aterro Municipal de Cuiabá.

“Hoje estamos nos despedindo deste local com mais uma ação do governador Mauro Mendes, que sempre nos atendeu, desde quando ele foi prefeito de Cuiabá. Sempre nos ajudou e esteve com a gente, junto da primeira-dama Virginia. As famílias daqui foram cadastradas e aprovadas nos programas do estado e agora estamos recebendo essa importante entrega dos leites para as famílias com filhos aqui do Aterro”, disse.

A trabalhadora da ASMATS, Andreia Alves, mãe de quartos filhos, diz que a doação vai ajudar a alimentar sua família e além da doação, o mais importante é o respeito que eles recebem do governo estadual.

“O governador Mauro Mendes e a primeira-dama de MT, dona Virginia, sempre nos ajudaram e respeitaram, e isso conta muito. Nunca esqueceram de nós, seja com as cestas básicas e kits de higiene e limpeza, cobertores e agora com o leite. E vai ficar ainda melhor com o Programa Ser Família, que vai dar uma força na hora de comprar alimentos”, finalizou.

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Grasielle Bugalho, secretária interina da Setasc, afirma que, quem acompanha tanto o trabalho do Governo do Estado quanto o da primeira-dama Virginia Mendes, sabe o carinho e o tratamento que ela sempre teve com as pessoas do aterro.

”Esse carinho da primeira-dama Virginia Mendes com as famílias catadoras de recicláveis vem de muitos anos; e esse cuidado vai continuar no sentido de garantir o desenvolvimento social para essas famílias para que elas sejam beneficiadas tanto pelos programas do Governo Federal, mas também pelos programas do Estado”, afirmou, emocionada com o carinho das famílias.

A 1ª Caminhada do SER Família Mulher fez parte das atividades do mês da mulher e serviu de encorajamento ao combate à violência doméstica. Idealizado pela primeira-dama, Virginia Mendes, o evento contou com o apoio do Governo de Mato Grosso, por meio da Setasc e da Unaf, com o apoio do Ciopaer, do Batalhão Ambiental, da Rotam, da administração do Parque estadual, das Secretarias de Estado de Saúde (SES), de Educação (Seduc) e de Esporte Lazer e Cultura (Secel), do Corpo de bombeiros e da Polícia Militar, além de voluntários e parceiros.

1ª Caminhada SER Família Mulher
O nome do evento, Caminhada SER Família Mulher, remete ao programa idealizado pela primeira-dama, o SER Família Mulher, que faz parte da Lei nº 12.103/23, que instituiu o Programa SER Família.

“Essa lei vai ajudar muitas mulheres em situação de vulnerabilidade a ter condições de sair de perto do agressor, por meio da transferência de renda mensal de R$ 600, com todo suporte de segurança necessário e ainda o acesso à capacitação profissional”, afirmou Virginia Mendes.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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