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Polícia identifica jovem que ameaçou fazer massacre em escola

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A Polícia Civil identificou o adolescente responsável por criar um perfil falso na rede social e fazer uma ameaça contra uma unidade de ensino em Nova Xavantina.

 

A ação foi realizada por policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e delegacia do Município.

Por meio da página virtual, o menor, de 17 anos, ameaçou fazer um massacre em uma escola pública.

Logo que foram acionados pela Delegacia de Nova Xavantina, os policiais civis da DRCI passaram a apurar as informações, que resultou na identificação do autor.

O adolescente foi localizado e encaminhado à unidade policial para esclarecimentos.

 

Ouvido pelo delegado de Nova Xavantina, Raphael Diniz, o adolescente disse que a postagem seria apenas uma “brincadeira”. A mãe do menor também foi ouvida.

Conforme apuração da Polícia Civil, o adolescente já praticou ato infracional análogo ao artigo 41 da Lei de Contravenção Penais, que é praticar ato capaz de provocar pânico ou tumulto.

A Polícia Civil destaca que tem reprimido a prática de condutas como essa, atuando com ações investigativas, por meio da DRCI, para repressão às divulgações de ameaças em redes sociais envolvendo escolas de Mato Grosso.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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