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“Houve uma explosão; foi um verdadeiro horror”, diz dona de apê

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Proprietária do apartamento que pegou fogo na noite desta terça-feira (11) no Edifício Villaggio Trebbiano, a aposentada Maria de Fátima Fogaça, de 71 anos, deu detalhes sobre o momento em que percebeu o início das chamas e como foi salva por um vizinho, que a carregou nas costas.

 

Eu já estava no chão meio desmaiada. Era muita fumaça, já estava tudo preto. Se não tivesse me recuperado um pouquinho para abrir a porta, eu tinha ficado ali

O edifício fica localizado na Avenida Estevão de Mendonça, no Bairro Quilombo. O incêndio começou em um aparelho de ar-condicionado na sala do apartamento, no oitavo andar.

“Começou com um cheiro muito forte. Quando eu levantei para ver se o cheiro era na cozinha, o ar-condicionado estava de frente para o sofá do home [theater], eu já vi o fogo e começou a pipocar. Daí houve uma explosão. É um horror, um verdadeiro horror”, disse, emocionada.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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