MATO GROSSO
Vídeos mostram caçada de bando por rotas fluvial e terrestre
MATO GROSSO
As Forças de Segurança Pública do Estado seguem na caçada pelos criminosos do Novo Cangaço que aterrorizaram o Município de Confresa no último domingo (9).
Imagens divulgadas pelo G1 Tocantins, onde as buscas estão concentradas, mostram parte da ação da equipe designada.
Pelas imagens é possível ver policiais sobrevoando a Ilha do Bananal em helicóptero. Essa foi a rota fluvial de fuga dos criminosos após atravessar aldeias indígenas em Santa Terezinha.
As imagens aéreas mostram que o rio é extenso e cercado por uma mata densa. Os militares também têm percorrido a extensão do rio em canoas.
Outras imagens mostram parte da equipe vasculhando a região também por estradas de terra, algumas delas alagadas.
A ilha do Bananal está localizada no Tocantins, na região que faz divisa com os estados de Goiás e Mato Grosso.
Ela corta pelos municípios de Pium, Caseara, Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia e Marianópolis do Tocantins.
Com uma área aproximada de 25 mil quilômetros quadrados, a Ilha do Bananal é famosa por ser a maior ilha fluvial do Mundo.
Até o momento dois dos membros morreram em confronte e outro foi preso.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0