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Exposição apresenta artesanatos e pinturas produzidos por jovens do Sistema Socioeducativo

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O Sistema Socioeducativo de Mato Grosso realiza a 1ª Expocase Cultural, no Centro de Cultura Valdon Varjão, em Barra do Garças (515 km de Cuiabá). O evento começou nesta quarta-feira (19.04) e segue até esta quinta-feira (20.04), com a exposição de artesanatos e pinturas confeccionados por oito adolescentes infratores, com média de idade de 17 anos, que cumprem medidas no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), localizado na cidade.

De acordo com o diretor do Case de Barra do Garças, Wanderson Abreu, os produtos, como a pintura em tela, são resultados do projeto “Colorindo a vida”, desenvolvido por profissionais do socioeducativo.

“Essa apresentação dos trabalhos na Expocase Cultural é muito relevante para os adolescentes, pois o projeto trabalha a criatividade, a concentração integração social, bem como diminui consideravelmente a ansiedade de cada um durante o processo de cumprimento da medida de socioeducação, além de permitir que eles sintam a valorização dos seus trabalhos por parte das pessoas que passam pela exposição”, ponderou.

A secretária adjunta de Justiça, da Secretaria de Estado de Segurança Pública, Lenice Silva dos Santos Barbosa, afirmou que a exposição é uma oportunidade de mostrar o trabalho desenvolvido nas unidades, e que a intenção é levar a iniciativa para os demais Centros de Atendimentos do Estado.

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“Estamos sempre desenvolvendo projetos culturais no interior das unidades e esta é a primeira Expocase de muitas que vamos realizar. A cultura é um eixo do Sistema Nacional de Atendimento do Socioeducativo. Isso é extremamente importante para a reinserção social desses jovens autores de atos infracionais, bem como é uma oportunidade da sociedade conhecer o trabalho realizado pelo Sistema Socioeducativo com esses jovens. A sociedade precisa estar presente na execução dessa medida, como também o adolescente precisa ter esse elo com a sociedade”, observou.

Lenice ressaltou que projetos como estes fazem parte de um novo modelo de fazer socioeducação que vem sendo oportunizado com os investimentos feitos pelo Governo do Estado no Sistema Socioeducativo.

“Com mais investimento, a gente tem mais estrutura. Com mais estrutura, a gente consegue realmente avançar na política de reinserção social desses jovens autores de atos infracionais”, manifestou.

O evento tem, ainda, a participação especial do grupo Abra Kadabra, da UFMT, e da poetiza e escritora Marinalva Marques. Para incentivar a leitura, os visitantes que doarem um livro ou gibi levarão uma muda de planta para casa.

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A exposição é aberta para toda comunidade mato-grossense, especialmente do Vale do Araguaia.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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