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Moradora de Tangará denuncia alagamento no Jardim Esmeralda: “rio em frente a minha casa”

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Uma moradora do Jardim Esmeralda, antigo San Diego, entrou em contato com a redação deste site para denunciar uma situação por ela classificada como de descaso do poder público. Segundo ela, a Rua 07, com o anel viário, quando chove vira um rio em frente a sua casa e de mais dois vizinhos. “Um Piscinão de Ramos na minha rua”, afirmou.

“Quando chove vira um rio em frente a minha casa e de mais 2 vizinhos, impossível de entrar  em casa sem molhar os calçados”, emendou a dona de casa.

Além do alagamento da rua na qual reside, a moradora reclama também de terrenos baldios ao lado de sua casa, que estariam tomados pelo matagal sem que a prefeitura faça alguma coisa para obrigar os proprietários a providenciar a limpeza dos imóveis ‘abandonados’.

“Meu esposo sempre que pode passa veneno e roça ao menos em volta da nossa casa. Muita falta de respeito com a gente que paga impostos e não recebe a contrapartida do poder público, o que é uma vergonha”, concluiu.

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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