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Alunos de projeto social do Corpo de Bombeiros são destaques em campeonato estadual de Karatê-Do

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, através da Coordenadoria de Articulação e Integração Comunitária e em parceria com a Federação de Karatê-Do Tradicional de Mato Grosso (FKTMT), realizou a primeira etapa do 34° Campeonato Estadual de Karatê-Do Tradicional nos dias 22 e 23 de abril, no Ginásio Fiotão, em Várzea Grande.

Um dos destaques no campeonato foi o projeto Karabom, desenvolvido pelo Corpo de Bombeiros, que levou 59 atletas para a competição, se tornando a maior delegação na disputa. Ao todo o grupo conquistou 39 medalhas, entre as categorias de 8 a 14 anos.

Entre os destaques estão os alunos Ana Luiza Cavalcante Vieira, de 12 anos, e Arthur Costa Franco, de 14 anos. Ambos entraram em 2022 no projeto Karabom em Cuiabá e em sua primeira competição lutaram com atletas de duas graduações acima, conquistando duas medalhas cada um. Os dois atletas foram campeões na modalidade Kata e terceiro lugar na modalidade Kumite (luta), em suas respectivas categorias.

O coordenador dos projetos sociais do Corpo de Bombeiros, capitão BM Josuel Vieira, destacou o bom resultado da equipe e a importância da participação dos alunos do Karabom no campeonato.

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“Incentiva os demais alunos a se dedicarem no projeto e participar de outros campeonatos. Além disso, o expressivo número de medalhas obtidas demonstra o elevado nível técnico e de seriedade dos instrutores envolvidos com o projeto social”, avaliou.

Karabom
O projeto karabom tem como objetivo principal tirar crianças e adolescentes da ociosidade, trazendo-as para o ambiente militar e usando o esporte como auxílio para uma ocupação, visando uma formação cidadã, através da disciplina do Karatê.

Fonte: Governo MT – MT

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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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