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Campanha Maio Amarelo visa sensibilizar sociedade em prol de um trânsito mais seguro

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Na noite desta terça-feira (02.05), o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) e demais instituições que compõem o Sistema Nacional de Trânsito lançaram oficialmente em Mato Grosso a campanha Maio Amarelo 2023: “No trânsito, escolha a vida! ”.

Na abertura do evento, alunas da Escola Municipal de Educação Básica Gonçalo Domingos de Campos, em Várzea Grande, fizeram uma apresentação teatral com a peça “EITA! Sonho ou Realidade?”, trazendo como enfoque a importância da obediência às placas de sinalização para a redução de acidentes. A peça foi vencedora na categoria infanto-juvenil do festival temático de trânsito 2022.

Em sua fala, a diretora de Conformidade Legal e Educação para o Trânsito do Detran-MT, Adriana da Cunha Carnevale, destacou a complexidade do trânsito e a importância do envolvimento da engenharia, educação e fiscalização para um trânsito mais seguro.

“O movimento Maio Amarelo é uma oportunidade para intensificarmos nossas ações de sensibilização para um trânsito mais seguro e de tolerância. As mortes e lesões no trânsito são um problema de saúde pública. No Brasil, o trânsito mata mais de 33 mil pessoas ao ano, interrompendo vidas, sonhos e famílias. Cerca de 90% dos sinistros de trânsito são causados pelo fator humano que poderiam ser evitados, como a ultrapassagem indevida, excesso de velocidade, ingestão de bebida alcoólica e direção, uso do celular enquanto dirige, o não uso do cinto de segurança, dentre outros”, destacou.

A diretora lembrou ainda do compromisso firmado pelo Governo do Estado em setembro de 2022 com a adesão ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans) em Mato Grosso. Pelo plano são tratadas ações e estratégias para direcionar investimentos visando o cumprimento da meta de redução de, no mínimo, 50% das mortes no trânsito até o ano de 2028.

“O alcance dessa meta é um grande desafio, porque a gestão de trânsito é complexa e maior quando se pensa na extensão territorial de Mato Grosso. Então, não há outra forma se não for pela união de esforços e integração entre as instituições municipal, estadual e federal, além de parcerias com empresas e sociedade civil organizada”, completou a diretora.

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Durante a solenidade de lançamento da campanha Maio Amarelo, o superintendente da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso, Kellen Arthur Preza Nogueira, destacou a importância do envolvimento da sociedade e instituições para a construção de um trânsito melhor para todos.

“Falar de trânsito não é apenas falar de acidente, é falar de segurança pública. O grande desafio da PRF diariamente é enfrentar a falta de sensibilização do motorista de entender que há uma grande diferença entre uma via pública municipal e uma rodovia. O fluxo de veículos tem uma dinâmica diferente. Somente durante os quatro dias de operação no último feriado prolongado, por exemplo, registramos 31 acidentes com 30 feridos e quatro mortes, sendo mortes envolvendo motociclista, pedestre e colisão entre veículos. Então, esse desafio de reduzir os sinistros de trânsito é muito grande. Envolve tecnologia, legislação e todo o poder público com a integração das forças de segurança para que possamos sensibilizar as pessoas através de campanhas como o Maio Amarelo. Todos devem fazer a sua parte, tanto condutores como passageiros e pedestres para a redução do número de acidentes”.

Também presente no evento, a coordenadora do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT), tenente coronel PM Monalisa Furlan Toledo, falou da intensificação das ações de prevenção a acidentes durante a campanha Maio Amarelo e também sobre o trabalho realizado pelo GGI com enfoque na fiscalização e prevenção.

“Temos a Câmara Temática de Trânsito, que tem uma atuação significativa em todo Estado. Ao longo dos últimos três anos realizamos um trabalho forte e integrado atuando na fiscalização de trânsito e também na prevenção aos crimes e acidentes. Realizamos também este ano, nos municípios em que fizemos operação Lei Seca, ações preventivas e educativas, porque entendemos que o objetivo maior é a preservação de vidas. Precisamos atuar não somente na fiscalização, mas, principalmente, na sensibilização das pessoas, levando essa mensagem de educação no trânsito”, disse.

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Maio Amarelo

O objetivo do movimento mundial é chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo, promovendo o engajamento de todos em prol da construção de uma cultura de paz e segurança no trânsito para a redução de sinistros.

Para trabalhar essa sensibilização em Mato Grosso, ao longo do mês de maio serão realizadas diversas ações, como palestras com estudantes do ensino médio, motoristas profissionais, em empresas, abordagens educativas com pit stop em avenidas de grande fluxo de veículos em Cuiabá e Várzea Grande com maiores índices de sinistros, entre outras ações.

“É um mês em que reforçamos ainda mais a importância do cuidado, de seguir as regras de trânsito e da atenção para termos um trânsito mais seguro. As ações serão realizadas de forma integrada com as demais instituições de segurança pública e parceiros buscando essa reflexão para redução de sinistros nas vias e preservação da vida”, disse a coordenadora de Ações Educativas do Detran-MT, Gresiella Almeida.

As atividades da campanha Maio Amarelo em Mato Grosso estão sendo desenvolvidas pelo Detran-MT em parceria com a Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá, Guarda Municipal de Várzea Grande e outras instituições públicas e privadas que atuam no trânsito.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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