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Juca quer que Wilson seja responsabilizado: “É fácil fazer ilações”

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) defendeu que seu colega de parlamento, Wilson Santos (PSD), seja “responsabilizado” pelas declarações em que relata que deputados estaduais teriam sido eleito com apoio de facções criminosas. 

“É uma fala infeliz. Ele diz que foi da legislatura passada, mas coloca em xeque a Casa. Ele deve ser responsável pela fala dele, […] deve ser responsabilizado pelos seus atos”, disse Juca à imprensa na manhã desta quarta-feira (3).

“Eu estou cobrando responsabilidade para que ele fale quem é. É fácil ele fazer ilações”, completou.

Ele diz que foi da legislatura passada, mas coloca em cheque a Casa. Ele deve ser responsável pela fala dele, […] deve ser responsabilizado pelos seus atos.

As acusações foram feita por Wilson Santos na semana passada. Ele contou que, em setembro do ano passado, o ex-secretário de Segurança, Alexandre Bustamente, lhe revelou que parlamentares pediram a instalação de tomadas de energia nas celas das penitenciárias do Estado. Assim, atenderiam, líderes de facções que gostariam de carregar os seus celulares.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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