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Operação Lei Seca resulta na prisão de três pessoas por embriaguez e remoção de 42 veículos

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Três pessoas foram presas por embriaguez ao volante, conforme o artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), durante a 48ª edição da Operação Lei Seca 2023, encerrada na madrugada deste domingo (07.05), na Avenida da FEB, no Bairro da Manga, em Várzea Grande. Ao todo, as forças de segurança aplicaram 108 testes de alcoolemia.

A Lei Seca não permite a direção de veículos sob efeito de qualquer quantidade de bebida alcoólica ingerida pelo condutor. Caso o índice seja de 0,34 mg/l, o motorista ou motociclista é preso em flagrante.

O balanço de produtividade mostra ainda que, durante a ação integrada, os agentes das forças de segurança fiscalizaram 101 veículos. Do total, 50 foram autuados e 42 foram removidos por irregularidades, sendo 25 carros e 17 motocicletas.

Houve ainda a emissão de 65 autos de infração de trânsito (AITs). Do total, 11 foram confeccionados por condução de veículo sob o efeito de álcool, cinco porque a pessoa se recusou a realizar o teste de alcoolemia, 12 por direção sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 28 por conduzir carro ou moto sem registro ou não licenciado, entre outros tipos de infração (9).

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A Operação Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp). A 48ª edição contou com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran); a Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran); o Departamento Estadual de Trânsito (Detran); Socioeducativo, Polícia Penal, Corpo de Bombeiros e a Guarda Municipal de Várzea Grande (GMVG).

Fonte: Governo MT – MT

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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