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Polícia Federal prende membros de associação criminosa em operação contra o tráfico de drogas

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A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (11) a terceira fase da Operação Camada, com o objetivo de reprimir uma associação criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas via Aeroporto Marechal Rondon em Várzea Grande. Seis traficantes foram presos e um está foragido.

Associação criminosa presa por tráfico de drogas

De acordo com as investigações, os membros do grupo criminoso cooptavam pessoas para levar as remessas de cocaína presas ao corpo para os estados do Espírito Santo, Maranhão e Rio Grande do Norte. A prática é conhecida como “mulas”.

Há indícios também de que os traficantes utilizavam identidades falsas, pois, apesar das imagens do circuito interno do aeroporto terem registro dos embarques, os nomes dos investigados não foram encontrados nas listas de passageiros dos voos.

Prisões preventivas e busca e apreensão

Foram expedidos, pela 3ª Vara Criminal de Várzea Grande, sete mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão, com diligências efetuadas nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Nova Mutum, além de São José de Ribamar e Natal.

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Operação Camada

A Operação Camada é mais uma ação de enfrentamento ao tráfico de drogas. As investigações continuam, com especial atenção à prisão das lideranças e descapitalização de organizações criminosas.

O nome da operação, “CAMADA”, faz alusão ao meio pelo qual os traficantes fixavam as drogas ao corpo, aparentando uma segunda camada de pele.

Em resumo, a Operação Camada da Polícia Federal desarticulou uma associação criminosa que utilizava o Aeroporto Marechal Rondon em Várzea Grande para o tráfico interestadual de drogas. As investigações continuam para a prisão das lideranças e descapitalização de organizações criminosas.

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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