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Sinop: morre o pioneiro e 1º presidente da Acrinorte, Paulo Henrique de Abreu

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Faleceu ontem, no final da noite, o primeiro presidente e um dos fundadores da Acrinorte (Associação dos Criadores do Norte de Mato Grosso), Paulo Henrique de Abreu. No último dia 30, completou 91 anos. Ele estava hospitalizado, há algumas semanas, teve parada cardíaca e o quadro se agravou nos últimos dias.

Paulo Abreu chegou em Sinop na década de 80, e juntamente com o filho, o ex-deputado Jorge Abreu e familiares, atuou no setor madeireiro e na pecuária. Esteve na linha de frente da primeira exposição/feira em Sinop e foi um dos líderes para criar a Acrinorte, buscando defender e fortalecer a pecuária e a economia em Sinop e região. Na sua gestão foi construído o parque de exposições da Acrinorte, que está entre os maiores da região.

Paulo Abreu foi um dos idealizadores da homenagem ao ex-presidente da República João Batista Figueiredo quando veio a Sinop, no final da década 80 ( a primeira quando era presidente) para receber título de cidadão honorário e também esteve na Acrinorte.

O velório começa logo mais, às 10:30h, no Memorial Luz e Vida e o sepultamento é previsto para às 16:30h, em Sinop.

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O presidente da câmara municipal, Paulinho Abreu, seu neto, divulgou nota de pesar. “Fica aqui minhas homenagens a este grande homem que muito nos orgulha como patriarca da família! Sempre foi trabalhador, determinado, honrado e correto! Nunca vou me esquecer de seu sorriso e brincadeiras! Sempre muito amado pela família e rodeado amigos”.

O prefeito Roberto Dorner decretou luto oficial de três dias. “Vai deixar saudade, é um homem que ajudou muito no desenvolvimento da nossa região e deixa um grande legado, estará sempre na memória do povo sinopense”, reconheceu.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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