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Jogador do Operário recebia ‘mesada’ de R$ 5 mil para aliciar colegas e manipular resultados

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O lateral-esquerdo Denner Barbosa, do Operário Várzea-grandense, contou em diálogos obtidos pela Operação Penalidade Máxima, que recebia mesada de R$ 5 mil de um apostador para aliciar outros jogadores em esquema de manipulação de apostas.

Um trecho da conversa do jogador com o apostador Bruno Lopez, que hoje está preso por acusação de ser o chefe do esquema, foi divulgado nesta segunda-feira (15). “Ele me dá 5 conto mensal, mesmo se for mês que não tem operação”, escreveu Denner.

No diálogo, datado do dia 11 de fevereiro deste ano, o apostador tenta convencer Denner a aliciar jogadores para manipular duas partidas. Durante essa conversa, o jogador afirmou mais de uma vez que costumava trabalhar para outro apostador. Veja trechos ao fim da matéria.

Nas horas seguintes, os dois acertam a manipulação de duas partidas. Numa delas, a partida entre Luverdense e Operário, pelo Campeonato Mato-grossense. A aposta era no número de escanteios do jogo. O outro duelo foi entre Goiânia e Goiás, pelo Campeonato Goiano.

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A defesa de Denner nega que ele tenha atuado nos esquemas e afirma que ele apenas fingiu participar para poder cobrar uma dívida antiga de Bruno Lopez. Ele não foi denunciado pelo MP-GO.

Os jogos do Campeonato Goiano e do Campeonato Mato-grossense sobre os quais Denner e Bruno conversavam, fizeram parte de uma mesma aposta, que teve ainda outras duas partidas do Campeonato Gaúcho, que envolvia a marcação de pênaltis.

No jogo entre Bento Gonçalves e Novo Hamburgo, o jogador Nikolas, do Novo Hamburgo, cometeu um pênalti após ter acertado com os apostadores. Na partida entre Caxias e São Luiz, quem fez o pênalti foi Jarro Pedroso, do São Luiz. Os dois confessaram os crimes ao MP de Goiás, fizeram acordo e se tornaram testemunhas do caso.

Uma aposta de R$ 500 nessa combinação de resultados poderia resultar em ganhos de cerca de R$ 45 mil.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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