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“Obras do Hospital Central e do Centro Logístico são exemplos de quando a Saúde é priorizada”, diz governador

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As obras do Hospital Central de Alta Complexidade e do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (Celad), executadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), estão avançando em Cuiabá. O governador Mauro Mendes e o secretário estadual de Saúde, Juliano Melo, vistoriaram o andamento dos trabalhos na manhã deste sábado (19.05).

“O retrato do antigo Hospital Central, que há quatro anos estava com a obra abandonada parecendo fantasma, era o retrato também de uma saúde que não era priorizada no Estado. Depois de muito trabalho vamos entregar nos próximos meses o maior e melhor hospital de Mato Grosso. Investimos também no Celad, que vai centralizar toda a logística do Governo que hoje está esparramada em uns 8 almoxarifados, sendo muitos deles alugados pela cidade, situação que aumenta o custo e diminui a eficiência. Com todo esse investimento é notório que as obras do Hospital Central e do Centro Logístico de Abastecimento são exemplos de quando a Saúde é priorizada”, diz governador

O Hospital Central de Alta Complexidade, construção que ficou abandonada por 34 anos, já está 90% concluído. Será investido o total de R$ 184,5 milhões na execução da obra, que deve ser concluída ainda em 2023. O planejamento é que a unidade inicie os atendimentos em 2024.

“Devemos publicar ainda em junho o edital de licitação para comprar os equipamentos do Hospital. Toda a especificação de equipamento foi feita através de uma parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein, que está assessorando a SES na engenharia clínica, nos processos e procedimentos para que nós possamos entregar um hospital com novo padrão de qualidade na infraestrutura, mas principalmente no funcionamento e atendimento da população”, acrescenta Mauro Mendes.

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A unidade terá capacidade para oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. O novo projeto prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 230 leitos de enfermaria e estrutura física para a realização de exames de imagem. Além disso, a unidade de alta complexidade vai dispor um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense.

Já a obra do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (Celad) está 37% executada e receberá o investimento total de aproximadamente R$ 60 milhões. Ligada à Assistência Farmacêutica, a unidade oferecerá um espaço mais moderno e amplo para o armazenamento de medicamentos e compostos a serem distribuídos aos munícipios do Estado. O local também irá atender as demandas logísticas de diversas secretarias do Estado.
Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

“Essas obras são representativas para a Secretaria Estadual de Saúde e demonstram o comprometimento da atual gestão com a modernização dos equipamentos públicos de saúde e, sobretudo, com a melhoria dos serviços prestados à população. O Hospital Central será o maior e melhor hospital de alta complexidade de Mato Grosso ofertará alta resolutividade em especialidades que ainda são escassas no estado”, pontuou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

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Para o deputado estadual, Gilberto Figueiredo, ambas as obras demonstram o trabalho de modernização das estruturas de Saúde do Estado, que é uma marca da atual gestão.

“Esse é um presente para os mato-grossense. Um hospital que ficou parado por 34 anos, inacabado, e que agora na gestão do governador Mauro Mendes será entregue 100% SUS à população. Ambientes modernos, profissionais qualificados, equipamentos de última geração. Tudo o que há de melhor para atender nossa população”, avaliou o parlamentar.

Durante a agenda, ainda foram vistoriadas as obras do novo Laboratório Central do Estado (Lacen), que está cerca de 70% executada. A previsão de investimento na construção é de R$ 14 milhões.

Também participaram da vistoria a senadora Margareth Buzetti, o deputado federal Fabio Garcia, o deputado estadual Paulo Araújo, o vereador de Cuiabá Dilemário Alencar, além dos secretários estaduais de Planejamento e Gestão (Seplag), Basílio Bezerra; de Comunicação, Laice Souza; de Segurança Pública (Sesp), coronel PM César Augusto Roveri; de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Paes; de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Jefferson Neves e o comandante geral do Corpo de Bombeiros, Alessandro Borges.

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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