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Primeira-dama de MT destaca Festival Paralímpico em Canarana como exemplo de ação do SER Família Inclusivo

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Para a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, o Festival Paralímpico que aconteceu na aldeia Tanguru, da etnia Xavante, localizada em Canarana no último sábado (20.05), demonstra a importância das ações previstas no programa SER Família Inclusivo, que contou com o apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro. Esta é a primeira vez que o evento é realizado em uma aldeia indígena, que já contemplou 119 locais espalhados pelas 27 federações. Em Mato Grosso, a iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e a Prefeitura Municipal.

De acordo com o projeto, a finalidade é promover práticas de maneira recreativa, voltadas para crianças e jovens, com ou sem deficiência, através da inclusão social por meio do esporte. Em Canarana, os xavantes participaram das oficinas de vôlei sentado, arremesso de peso, equitação, corrida às cegas e basquete em cadeira de rodas.Corrida às cegas

“Fiquei encantada com o evento, emocionante. Dois servidores da Unaf acompanharam o evento e registraram os detalhes. Isso é o que nós esperamos das ações inclusivas em nosso estado, têm que ser para todos. O Festival Paralímpico em Canarana é um exemplo do que propõe o SER Família Inclusivo, as oportunidades devem ser para todos, sem exceção. Agradeço de coração ao Governo de MT por meio da Secel, a Setasc, ao Comitê Paralímpico Brasileiro e ao prefeito Fábio Faria e à primeira-dama Carol por todo o carinho com nossos irmãos indígenas. Logo, logo quero fazer uma visita às aldeias, estou ansiosa por isso”, comentou a primeira-dama Virginia Mendes.

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O prefeito de Canarana, Fábio Faria, destacou as ações que o Governo tem desenvolvido na região por meio do trabalho voluntário da primeira-dama de MT, e agradeceu pelo incentivo ao Festival Paralímpico no município. “Nós temos muito a comemorar em investimentos do Governo do Estado em nossa cidade, especialmente no social, o carinho e a atenção que a primeira-dama Virginia Mendes nos dá é fundamental para o sucesso das ações. Obrigado por acreditarem em Canarana para realizar o primeiro festival em uma aldeia. Lembrando que temos outro projeto inédito no Brasil, na produção de alimentos para os indígenas, que é o Quintais Produtivos. Seja na inclusão, no esporte, na produção de alimentos, os xavantes podem contar conosco e, com certeza, também com o Governo do Estado por meio do olhar atento da nossa primeira-dama de MT”.

Para o presidente da Câmara Municipal, vereador Rafael Govari, o trabalho de inclusão desenvolvido no município através do esporte, tem mudado o olhar para a causa. “Por exemplo, já mandamos fazer um projeto para instalar um elevador que dará acesso ao segundo piso da Câmara Municipal. Hoje um cadeirante não tem acessibilidade ao segundo piso. O prefeito disse que fará o mesmo no prédio da Prefeitura. Isso é consequência dessas iniciativas, provocando em nós uma sensibilidade para a causa. Graças a Deus temos uma referência importante no cuidado com as pessoas que mais precisam: a nossa primeira-dama Virginia Mendes”.

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Outra ação inclusiva do Governo de MT foi promovida com a entrega de cadeiras de rodas por profissionais do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa de Cuiabá (Cridac), iniciativa articulada pela primeira-dama Virginia Mendes, com 11 cadeiras de rodas especiais para pessoas deficientes. Duas delas indígenas Xavantes. O custo de cada cadeira adequada para cada beneficiário é de cerca de oito mil reais.

Representando o Governo de Mato Grosso, a superintendente Estadual da Pessoa com Deficiência, Taís de Paula, disse que a ordem do governador Mauro Mendes é que nenhum mato-grossense fique sem assistência. “Uma cadeira dessas não é luxo, é necessidade. E posso dizer que tanto o governador quanto a primeira – dama Virginia Mendes, têm sim um olhar diferenciado para nós, pessoas com deficiência”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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