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Seplag lança novo método de avaliação da qualidade de atendimento do Ganha Tempo

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag), por meio da Superintendência de Gestão do Ganha Tempo, lançou nesta terça-feira (23.05) o novo sistema de avaliação da qualidade de atendimento das sete unidades do Ganha Tempo no Estado. A unidade de Barra do Garças, distante 512 quilômetros de Cuiabá, recebeu a visita do secretário da pasta, Basílio Bezerra, que estreou o sistema.

“O Ganha Tempo é uma referência de multisserviços prestados à população e queremos torná-lo cada vez melhor. Com esse sistema moderno que implementamos em todas as unidades, estamos dando mais um passo para a avaliação dos serviços públicos. Agora, a opinião da população chegará de forma rápida e eficiente à nossa base de dados para estarmos continuamente melhorando nosso atendimento”.

O prefeito do município, Adilson Gonçalves, que acompanhou o secretário, agradeceu a presença da equipe do Governo de Mato Grosso no local. “Nós estamos muito felizes com a visita do secretário Basílio e sua equipe para ver o trabalho feito aqui. Precisamos prestar um serviço de excelência e o Ganha Tempo é um lugar de referência nesse tipo de atendimento”.

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Entre as quatro cidades do interior que contam com unidade do Ganha Tempo, Barra do Garças totalizou cerca de 15% do total de atendimentos prestados nos meses de janeiro a maio de 2023. Em números absolutos, foram mais de 26 mil serviços prestados. No Estado, foram mais 312 mil atendimentos só nos cinco primeiros meses deste ano.

Segundo a superintendente do Ganha Tempo de Mato Grosso, Talita Peske, a população adquire mais um meio de participação ativa para a construção de uma gestão mais acolhedora. “Para que a gente consiga oferecer serviços públicos de forma integrada e ágil em um só lugar, é imprescindível que a população participe ativamente do processo. É dessa forma que vamos garantir a eficiência, qualidade e efetividade dos serviços prestados aos cidadãos”.

Para a coordenadora do Ganha Tempo de Barra do Garças, Paula Roberta, o novo sistema demonstra a iniciativa de melhoria contínua no atendimento prestado à população mato-grossense.

“Por meio das sugestões, críticas e elogios obtidos com a nova avaliação, podemos enxergar os pontos que devemos trabalhar para atender a população da melhor maneira possível, sem deixar de lado a seriedade, empatia e alegria para que todos sintam-se acolhidos”.

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Além do Ganha Tempo de Barra do Garças, o novo sistema, que funciona por meio de QR Code, passa a funcionar em todas as unidades de Mato Grosso: Cáceres, Rondonópolis, Sinop, além de CPA e Ipiranga, em Cuiabá, e Cristo Rei, em Várzea Grande.

Ao finalizar o atendimento na unidade, o cidadão será convidado a avaliar o serviço prestado. Para isso, basta escanear o QR Code, que irá redirecioná-lo ao sistema onde deve escolher uma classificação de ruim a excelente. Em seguida, é possível inserir alguns dados pessoais e ainda deixar críticas, elogios e sugestões que serão analisadas pela equipe gestora.

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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