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Operação Lei Seca resulta em 28 prisões por embriaguez em Várzea Grande e Sinop

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Operação de Lei Seca realizada em Várzea Grande e Sinop (480 km da Capital), na madrugada e na noite de domingo (28.05), resultou na prisão de 28 pessoas por embriaguez. Ao todo foram realizados 224 testes de alcoolemia.

A 58ª edição do ano, em Várzea Grande, ocorreu na Rua da Guarita, no bairro Vila Arthur, a partir das 17h. Foram realizados 129 testes de alcoolemia, sendo que três pessoas apresentaram sinais de embriaguez e foram detidas.

Durante a operação também foram emitidos 63 Autos de Infração de Trânsito (AIT) e removidos 45 veículos, sendo 40 carros e 5 motocicletas.
Já em Sinop, a 6ª Operação Lei Seca foi realizada simultaneamente nas avenidas das Figueiras e Magda Pissinatti, no bairro Santa Cecília, a partir de 2h. Foram realizados 95 testes de alcoolemia e 25 pessoas foram detidas por sinais de embriaguez.

Além disso, foram lavrados 149 Autos de Infração de Trânsito (AIT) e removidos 53 veículos, sendo 35 carros e 18 motocicletas.

As operações foram realizadas por agentes de órgãos de de trânsito e de forças policiais municipais e estaduais. Participaram das operações o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da PMMT, Deletran, Detran, Ciretran, Polícia Penal, Socioeducativo, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Politec e Guardas Municipais.

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Fonte: Governo MT – MT

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Empreendedorismo feminino cresce 20% em MT e já soma 244 mil donas de negócios

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A necessidade financeira e a oportunidade de atuar na área desejada impulsionam o aumento de mulheres no empreendedorismo. Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) revela que 244 mil mulheres são donas do próprio negócio no estado. O volume expressivo representa crescimento de 20% em relação a 2025. Em todo o país, são 11 milhões de empreendedoras.

A diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destaca que essa presença vai além dos números e reflete uma transformação social profunda. “Grande parte das empreendedoras é mãe e responsável pelo sustento do lar. Observamos que, cada vez mais, elas estão mais capacitadas e qualificadas para tocar o próprio negócio em busca de independência, o que transforma a realidade de suas famílias e comunidades por meio da gestão empresarial”, afirma Lélia.

Os números do levantamento confirmam a análise e traçam um perfil detalhado: seis em cada dez dessas mulheres têm entre 25 e 44 anos. No âmbito familiar, 61% são casadas, enquanto solteiras e divorciadas somam 16% cada; 68% do total possuem filhos. Quanto à escolaridade, 47,7% concluíram o ensino médio, 38,1% têm ensino superior e 1,8% possuem pós-graduadas, o que evidencia uma base educacional sólida para a condução das empresas.

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No que diz respeito à atuação no mercado, o setor de serviços lidera com 40%, seguido de perto pelo comércio, com 38%. Os nichos de maior destaque incluem higiene e cosméticos, moda, alimentos e bebidas, saúde e bem-estar e artesanato. A maturidade desses empreendimentos também chama a atenção: 42,9% das empresas são consideradas consolidadas, com tempo de atuação entre 3,5 e 9 anos.

A motivação para abrir o próprio negócio se divide entre sonho e realidade. Enquanto 40% das entrevistadas empreendem por oportunidade, outros 40% o fazem por necessidade financeira. Além disso, a busca por autonomia (31%), a paixão por determinado trabalho (29%) e o desejo por horários mais flexíveis (22%) aparecem como fatores determinantes para a decisão de investir na própria trajetória profissional.

Barreiras

Apesar do crescimento, o acesso ao crédito permanece como um dos principais gargalos para a expansão desses negócios. A pesquisa aponta que três quartos das empreendedoras enfrentam dificuldades nessa área: 31% nunca buscaram crédito, 20% nunca procuraram, mas têm interesse; e 22% já tentaram obter o recurso, mas tiveram o pedido rejeitado. Quando conseguem financiamento, destinam o capital prioritariamente a capital de giro, reformas, ampliação, compra de materiais e quitação de dívidas.

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Outro ponto crítico é a informalidade, alimentada por entraves burocráticos e receios financeiros. Para 38% das mulheres, o excesso de burocracia representa o maior obstáculo à formalização, enquanto 21% admitem medo de assumir compromissos fiscais. Além disso, 20% das entrevistadas não veem necessidade imediata de formalizar o negócio. Na visão de analistas, os indicadores mostram espaço importante para ações de conscientização e simplificação de processos por parte dos órgãos de apoio.

Sobre a pesquisa

O levantamento especial feito pelo Sebrae/MT foi realizado por meio de entrevistas telefônicas, com 1.304 empreendedoras no estado de Mato Grosso. O estudo apresenta uma taxa de confiança de 95% e margem de erro de 4%.

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