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Polícia Militar forma 24 agentes no 3º Curso de Especialista de Policiamento de Trânsito

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O Batalhão de Polícia Militar de Trânsito Urbano e Rodoviário realizou, na tarde desta terça-feira (06.07), a formatura de 24 agentes de segurança do Estado no 3º Curso Especialista de Policiamento de Trânsito (CPTRAN). A solenidade foi realizada no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A turma foi composta por policiais militares de batalhões da Capital e agentes do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá e da Guarda Municipal de Várzea Grande.

Durante 56 dias, os alunos estiveram presentes em 364 horas/aulas e passaram por 21 disciplinas teóricas e práticas, como: legislação de trânsito, engenharia de tráfego, operação de fiscalização e sinalização de trânsito, policiamento rodoviário, transporte de cargas, identificação veicular, além de primeiros socorros, aplicação de manobras, ética, filosofia, entre outras.

O comandante do Batalhão de Trânsito, tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, destacou que a capacitação passa por diversas áreas, deixando o profissional qualificado “desde fiscalizações em rodovias, mas também em abordagens e blitz, como a Lei Seca”.

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“O curso vem com a necessidade de sempre capacitar e atualizar os profissionais de segurança pública com o conhecimentos técnicos especializados, acompanhando as mudanças constantes das leis de trânsito e da sociedade, garantindo respostas eficazes à aquilo que mais importa no trânsito: proteção à vida e fluidez viária”, afirma o tenente-coronel Adão Cesar.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, esteve presente no evento e ressaltou o importante papel da PMMT em oferecer constantes qualificações para os membros da instituição e também de órgãos parceiros, com a finalidade de melhor atender a sociedade.

“É importante estar aqui e parabenizar cada policial militar, pois tenho certeza que todos irão ostentar esse brevê de especialista de trânsito com muito orgulho, pois é prova de um trabalho árduo e com muita dedicação. Sempre é bom ressaltar que tudo isso se volta para o cidadão, que também vai obter esses ganhos com uma garantia de segurança em seu cotidiano”, finalizou o comandante-geral.

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Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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