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Gilberto Cattani pede desculpa a feministas que protestavam durante sessão nesta quarta-feira

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL), usou a tribuna durante a  sessão ordinária da Assembleia Legislativa (ALMT) desta quarta-feira (7), para pedir desculpas às feministas presentes na sessão que protestavam contra suas declaração comparando mulheres a vacas, na Frente Parlamentar Pró-Vida da Casa. Após as declarações polêmicas, Catanni virou alvo de investigação por quebra de docoro na Comissão de Ética da AL.

Durante o pedido de desculpa, Catanni chegou a citar um versículo bíblico de Jó 3:16 para justificar seu posicionamento contrário ao aborto e em defesa da família tradicional.

“Como diz o versículo, essas crianças que não virão à luz e essas que não têm direito de ver a luz, são essas, senhora presidente, que defendemos na Frente Parlamentar Pró-Vida. Foi ali que, na nossa maneira simples, nós fizemos uma analogia entre uma gestação e outra. Isso foi manipulado pela mídia e virou o que virou hoje”, declarou o parlamentar.

As ativistas chegaram no início da manhã na frente da AL, em seguida subiram para as galerias da Casa no Plenário das Deliberações.

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Os gritos de “fora Cattani” e “vai cair” fizeram fundo nas discussões das matérias da Ordem do Dia colocadas para votação. As mulheres organizam, ainda, outras ações nas ruas para recolher mais assinaturas para a cassação do deputado.

“Para essas pessoas, minhas sinceras desculpas, pois não tive intenção de agredir quem quer que seja, minha intenção é defender os valores que elenquei”, dirigiu-se o deputado às feministas.

Ainda durante sua fala, Cattani lembrou seus projetos de lei aprovados na AL que garantem o porte de arma a mulheres vítimas de violência doméstica, proposição que garante direitos a gestantes até o parto e o PL que determina o sexo biológico como único critério para definir o gênero de atletas em competições femininas.

“Viemos defender os valores que consideramos essenciais. Entre eles, a defesa da família, a defesa da mulher, a defesa do nosso cidadão, a  defesa da nossa liberdade de fazer exatamente o que está acontecendo aqui, se manifestar”, declarou o bolsonarista.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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