RIO DE JANEIRO
Produtor suspeito de matar ator Jeff Machado é preso
MATO GROSSO
O produtor Bruno de Souza Rodrigues, suspeito de matar o ator Jeff Machado, foi preso pela Polícia Militar nesta quinta-feira (15). Ele foi achado no Morro do Vidigal, na zona sul do Rio de Janeiro, após duas semanas foragido.
Em nota, a Polícia Militar informou que Bruno foi localizado pela UPP Vidigal em um hostel na Rua Dr. Olinto de Magalhães, na comunidade de São Conrado. A ocorrência foi apresentada na DDPA, na Cidade da Polícia, no Jacaré.
Desde o dia 3, o Disque Denúncia do Rio de Janeiro divulgou um cartaz sobre a procura do suspeito. O portal do Disque-Denúncia oferecia 1 mil reais por informações que levassem à sua captura.
Em entrevista ao jornalista Roberto Cabrini no programa Domingo Espetacular, da Record TV, no último dia 4 de junho, Bruno disse que em hipótese alguma mataria o ator.
Outro suspeito da morte, Jeander Vinicius da Silva Braga, de 29 anos, deu detalhes sobre a morte do ator. Preso na última sexta-feira (9), ele contou que Bruno estrangulou Jeff.
A delegada responsável pelo caso, Helen Souto, declarou que Bruno estava sendo monitorado há dias pela polícia, e que não ofereceu resistência na prisão.
“Ele estava circulando pela cidade, chegou a estar em vários bairros, como Mesquita, e há cinco dias estava na parte alta do [Morro do] Vidigal. Ele entrou e saiu da comunidade por diversas vezes”, disse. Diante das informações confirmadas, a Polícia realizou operação na manhã desta quarta-feira.
Helen também disse que Bruno já confirmou que vai falar sobre o caso, e a polícia aguarda a defesa do produtor para iniciar as oitivas.
Relembre o caso
Jeff Machado foi visto pela última vez em 17 de janeiro, saindo de uma festa no bairro de Campo Grande, na zona oeste do Rio;
O desaparecimento foi notado após seus cães terem sido encontrados abandonados – cinco deles foram resgatados, dois morreram e um está desaparecido;
A mãe de Jeff relatou que conversou com ele ainda no dia 19, mas que depois recebia mensagens com ‘Não posso falar, mãe’.
A partir da denuncia de desaparecimento, agentes da Delegacia de Descoberta de Paradeiros pediram a quebra de sigilo do telefone de um suspeito do caso e descobriram que o ator estava morto há cerca de 15 dias;
No dia 22 de maio o corpo do ator foi finalmente encontrado, dentro de um baú, enterrado abaixo do piso de uma casa em Campo Grande sob dois metros de concreto;
Jeff estava em estado avançado de decomposição, com os braços amarrados acima da cabeça e ferimentos no pescoço.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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