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Corpo de Bombeiros realiza o 1° Estágio de Salvamento e Resgate em Silos e Armazéns

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) iniciou, nesta segunda-feira (19.06), o 1º Estágio de Salvamento e Resgate em Silos e Armazéns. O curso é realizado em Sinop (500 km de Cuiabá), por meio da Diretoria de Ensino Instrução e Pesquisa (DEIP).

O estágio tem como objetivo capacitar os militares para atuação nas ocorrências envolvendo acidentes em silos e armazéns de grãos. Ao todo, 16 bombeiros de diversas unidades participam do treinamento.

“Mato Grosso é o maior produtor e exportador de grãos do Brasil e apresenta um grande número de silos e armazéns. Com a alta demanda produtiva, o número de ocorrências envolvendo este tipo de atividade aumentou significativamente no Estado. A capacitação, então, trará um nivelamento de técnicas e abordagens aos bombeiros militares, refletindo em maior segurança para a sociedade”, destacou o tenente-coronel BM Jean Carlos Pinto de Arruda Oliveira, comandante do 3ºCR.

Com duração de uma semana, a capacitação conta com instruções teóricas e práticas, que proporcionam aos participantes a oportunidade de conhecer de perto as operações dos silos, identificar possíveis riscos e adquirir conhecimentos práticos para lidar com situações de emergência e salvamento.

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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