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Desafio do Cuiabá reside na Arena Pantanal; confira os números

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Contrariando a tendência geral, jogar em casa tem se mostrado um desafio para o Cuiabá neste Brasileirão.

Nas cinco partidas disputadas na Arena Pantanal, o Dourado sofreu três derrotas (para Grêmio, Atlético e Botafogo) e obteve dois empates (com Bragantino e Coritiba), totalizando apenas dois pontos de 15 possíveis, resultando em um aproveitamento de 13%.

Por outro lado, jogando fora de casa, o time apresenta números muito mais favoráveis. Em seis jogos, conquistou três vitórias (contra América, Cruzeiro e Goiás), um empate (com Corinthians) e sofreu duas derrotas (para Palmeiras e Fluminense).

Portanto, jogando longe da Arena, o Cuiabá acumulou 10 pontos, o que representa um aproveitamento de 55%. Ou seja, quando atua fora de Mato Grosso, o Dourado possui quatro vezes mais chances de obter bons resultados em comparação com os jogos realizados em sua casa.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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