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Mixto busca histórico título nacional para Mato Grosso; Tigresas recebem o Remo no jogo de volta
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O Mixto tem a oportunidade de conquistar o primeiro título nacional para Mato Grosso. Até o momento, nenhum time do estado alcançou esse feito histórico. As Tigresas têm a chance de mudar essa perspectiva no jogo de volta contra o Remo, que ocorrerá neste domingo (25), às 10h, na Arena Pantanal, pela final do Campeonato Brasileiro Feminino A3. A entrada é gratuita.
No primeiro confronto, o Mixto obteve vantagem ao vencer o Remo por 2 a 0. Com esse resultado, o Alvinegro pode perder por uma diferença de um gol. Caso o Leão Azul vença por dois gols, a decisão será decidida nos pênaltis.
As Tigresas possuem o melhor desempenho ofensivo e defensivo da competição, além de estarem invictas. No ataque, marcaram 20 gols, com uma média de 2,2 gols por partida. Na defesa, sofreram apenas dois gols, tornando-se a defesa menos vazada. Ao todo, disputaram nove jogos, com oito vitórias e um empate.
O Mixto também apresenta o melhor aproveitamento como visitante, vencendo todas as quatro partidas disputadas fora de casa. Marcaram 10 gols como visitantes e sofreram apenas um. A maior goleada ocorreu contra o Aliança-GO, na fase de grupos, com um placar de 5 a 0. O único gol sofrido foi contra o Polivalente-TO, nas oitavas de final, em uma vitória por 2 a 1 das Tigresas.
Os telões e o sistema de som da Arena Pantanal estarão em funcionamento para o jogo de domingo contra o Remo. Os torcedores poderão acompanhar vídeos exclusivos, escalações, substituições e cartões, além de ouvir o locutor transmitindo as informações.
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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