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Dupla é presa com porções de maconha e cocaína em Peixoto de Azevedo

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Policiais militares do 22º Batalhão prenderam dois homens, de 21 e 24 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (27.06), em Peixoto de Azevedo. Com os suspeitos, a PM apreendeu porções grandes de substâncias análogas à maconha e pasta base de cocaína.

De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe do 22º BPM recebeu informações, via setor de inteligência da instituição, sobre uma residência onde ocorria o comércio de drogas ilícitas.

Os policiais militares se deslocaram ao endereço indicado na denúncia e realizaram monitoramento. Em determinado momento, os policiais flagraram um suspeito saindo da residência e entregando uma sacola para um outro homem, que se aproximou do local em uma motocicleta.

Neste instante, os policiais do 22º BPM realizaram abordagem e, durante revista pessoal, localizaram porções de pasta base de cocaína com um dos suspeitos.

Ainda no local, a mãe do mesmo suspeito autorizou a PM a realizar buscas dentro da residência, sendo encontrados mais 13 pedaços médios de maconha, dentro do quarto do criminoso.

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Diante do flagrante, os dois homens foram encaminhados para a Delegacia da cidade, onde foi registrado o boletim de ocorrência, ficando os suspeitos à disposição da Polícia Judiciária Civil.

PMMT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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