Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Parque Estadual da Serra Azul e APA Pé da Serra intensificam monitoramento para evitar incêndios florestais no período de seca

Publicados

MATO GROSSO

Equipes de vigilância e servidores do Parque Estadual da Serra Azul e da Área de Proteção Ambiental Pé da Serra, localizados em Barra do Garças (520 km de Cuiabá), intensificaram as ações de monitoramento para o controle de incêndios florestais no período de seca.

A fiscalização é realizada por meio da sala de monitoramento, que possui câmeras que foram dispostas de forma estratégica nas regiões de maior risco. Os equipamentos permitem a verificação de qualquer possível foco de calor, possibilitando o acionamento do Corpo de Bombeiros de forma imediata. Neste período de estiagem, as ações de vigilância acontecem em tempo integral.

Cristiane Schnepfleitner, gerente do Parque Estadual da Serra Azul, explica que a unidade de conservação está localizada em uma area de serra, o que facilita a propagação de incêndios. Por isso, exige atenção redobrada no período de estiagem.

“O monitoramento é muito importante. É o passo pilar da proteção de qualquer unidade de conservação e permite antecipar os riscos de danos, especialmente neste período de seca, permitindo uma resposta em tempo hábil para a contenção e combate dos focos de calor, chegando à responsabilização”.

Leia Também:  VÍDEO: Atraso de chuva em Mato Grosso adia plantio de soja e pode causar perdas na produção

Para realizar o monitoramento, a gestão conta com o apoio do Corpo de Bombeiros, Ministério Público Estadual (MPE), Fundo Brasileiro Para a Biodiversidade (Funbio) e da empresa Infobarra.

*Texto com supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Reforma tributária deve mudar custos e exigir revisão de contratos na saúde

Publicados

em

Empresas de saúde terão de olhar além das alíquotas para avaliar os efeitos da reforma tributária sobre seus resultados. O perfil dos fornecedores, o aproveitamento de créditos e as condições dos contratos estão entre os fatores que podem influenciar os custos e o planejamento financeiro de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos do setor.

Esses impactos foram discutidos em Cuiabá durante o Saúde à Mesa, promovido pelo Sindicato das Empresas de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), em parceria com a FCS Advogados e patrocínio da Huma. A palestra dos advogados Alex Ferreira e Thayelle Vendramini abordou as mudanças na tributação do consumo e da renda e seus reflexos para empresas, sócios e profissionais da saúde.

Uma simulação apresentada por Ferreira ilustrou o peso dos créditos tributários no resultado financeiro. Ao comparar dois hospitais com a mesma receita, mas diferentes níveis de aproveitamento de créditos, o exemplo mostrou uma diferença no tributo a recolher equivalente a 3% do faturamento. O exercício evidenciou como a composição das compras e a organização dos controles podem influenciar o valor a pagar.

Segundo o advogado, os efeitos para cada estabelecimento dependem também do perfil de seus contratantes e das condições negociadas com fornecedores. A preparação passa pela revisão de preços, organização dos documentos fiscais, identificação do regime tributário dos parceiros comerciais e adequação dos sistemas de gestão.

Leia Também:  Pedágio na BR-163: AL considera cobranças “um roubo” e acionará a justiça

A análise incluiu o funcionamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a transição para o novo modelo e as particularidades das relações entre prestadores, operadoras de planos de saúde, entidades filantrópicas e poder público.
Os contratos de longa duração também exigem atenção. A orientação apresentada foi integrar as áreas jurídica, contábil, financeira e de compras para avaliar os efeitos das mudanças sobre os compromissos assumidos e planejar a adaptação dos negócios.

Além dos custos das empresas, o encontro discutiu os reflexos sobre a renda de sócios e profissionais da saúde. Thayelle Vendramini abordou a tributação de dividendos, a retenção na fonte e a apuração do Imposto de Renda mínimo sobre rendimentos elevados. Os exemplos relacionaram a distribuição de lucros, os valores recebidos ao longo do ano e o ajuste anual.

Para a diretora executiva do Sindessmat, Patrícia West, o acesso à informação é fundamental para preparar os estabelecimentos para esse cenário.

“A reforma tributária exige atenção e planejamento das empresas do setor da saúde. Com o Saúde à Mesa, o Sindessmat busca aproximar os gestores de especialistas e oferecer informações que apoiem decisões mais seguras. Nosso compromisso é fortalecer as instituições que representamos, promovendo diálogo e conhecimento para que possam se preparar para as mudanças e seguir oferecendo uma assistência de qualidade à população”, destaca.

Leia Também:  Concurso DPE MT: inscrições abertas! Até R$ 10,3 mil!

O presidente do Sindessmat, Dr. Altino José de Souza, afirmou que a iniciativa abre uma série de encontros voltados aos associados, com temas que afetam a gestão dos estabelecimentos.

“Foi uma experiência para avaliarmos a adesão e o interesse de nossos associados, e a avaliação é positiva. Nossa parceria com a FCS Advogados sempre rende bons frutos, com conteúdo atualizado e que impacta na gestão dos estabelecimentos. Agradecemos também o apoio da Huma – Cotações e Compras Eletrônicas LTDA, que apresentou uma ferramenta que pode ser utilizada pelos estabelecimentos e nos ajudou a realizar esse encontro.”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA