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Sorteio mensal do Nota MT contempla 171 entidades sociais de Mato Grosso

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O sorteio mensal de maio do Programa Nota MT, realizado nesta sexta-feira (30.06), contemplou 171 entidades sociais do Estado que foram indicadas pelos 1.006 ganhadores do concurso. Somadas, elas recebem o total de R$ 180 mil que corresponde a 20% dos prêmios.

Das instituições beneficiadas, 118 estão instaladas em 57 municípios do interior e 54 são de Cuiabá e Várzea Grande. A Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso (AACC), localizada em Cuiabá, é a entidade que receberá o maior valor, de R$ 39.400,00, tendo sido escolhida para a premiação por 176 ganhadores.

No interior do estado, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Rondonópolis irá receber o segundo maior valor entre as entidades beneficiadas nesse sorteio. Ela foi indicada por 15 ganhadores, um deles do maior prêmio de R$ 100 mil que gera uma doação de R$ 20 mil. Ao todo, a instituição vai receber R$ 23 mil.

Outras instituições que foram beneficiadas com valores consideráveis são a Associação Protetora dos Animais do Município de Sinop (Apams), com R$ 13.200,00. A Associação Cultural e Social, localizada no munícipio de Nova Mutum, receberá R$ 10.800,00 e a APAE de Aripuanã foi indicada por quatro ganhadores, um deles do prêmio de R$ 50 mil e acumulou o valor de R$ 10.300,00.

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As instituições são beneficiadas porque o cidadão além de ter se cadastrado no programa Nota MT, pede o CPF na nota em compras, que geram bilhetes e concorrem aos sorteios. Paralelamente, ao se cadastrar ele indica essa entidade que, em caso dele ser sorteado, também recebe uma parte do prêmio gerando um ambiente de ganhos múltiplos, da sociedade, das empresas e do usuário premiado.

Ao todo já são 241 entidades cadastradas e ativas, das quais 225 já foram premiadas. O programa já repassou para elas mais de R$ 6 milhões.

Cadastro de entidades

Para receber recursos do Nota MT, as entidades sem fins lucrativos devem se cadastrar junto a Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc). As instituições interessadas devem encaminhar a documentação, exigida pelo Edital 001/2023, para o e-mail cadastramentoentidades2021@setasc.mt.gov.br, colocando no título “Cadastramento de Entidade – Nome da Entidade”. É imprescindível que os documentos estejam legíveis e em PDF.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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