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SES abre inscrição para oficina sobre diagnóstico e notificação de anomalias congênitas

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) abriu inscrições para a oficina sobre diagnóstico e notificação de anomalias congênitas no pré-natal e ao nascimento. A capacitação será realizada entre 8h e 18h da próxima sexta-feira (07.07), no Auditório da Controladoria Geral do Estado (CGE), em Cuiabá.

A oficina é promovida pelo Ministério da Saúde e pela Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Hospital Universitário Júlio Muller, em parceria com a SES-MT.

Estão disponíveis 100 vagas. A inscrição pode ser realizada neste link, até que seja alcançado o número de vagas disponíveis. Podem participar profissionais médicos e enfermeiros que estão envolvidos nos cuidados do pré-natal, parto e puericultura.

“A oficina tem como objetivo a qualificação e sensibilização de profissionais da assistência em saúde em relação ao diagnóstico e notificação de anomalias no estado de Mato Grosso”, explica a técnica da Rede Materno Infantil da SES, Suzana Albuquerque.

A oficina inicia às 8h com uma discussão sobre os aspectos gerais da anomalia congênita e segue com um debate sobre os fatores de risco e prevenção da doença. Às 9h45, o grupo aprenderá sobre o diagnóstico da enfermidade no pré-natal.

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No período vespertino, às 13h30, a aula será sobre anomalia congênita ao nascimento. Depois haverá estudo de casos clínicos e uma palestra sobre notificação das anomalias congênitas no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc).

Sobre a doença
As anomalias congênitas são anormalidades que podem ser estruturais ou funcionais, que ocorrem durante a gestação. Eles têm origem genética, infecciosa, ambiental ou nutricional, embora em muitos casos não seja possível identificar a causa.

Dentre as anomalias congênitas mais comuns, encontram-se: as cardiopatias congênitas, que são alterações na estrutura ou função do coração; os defeitos de membros, como membros ausentes, supranumerários ou com desenvolvimento alterado; disfunções do tubo neural, que se relacionam a uma falha no fechamento adequado do tubo neural embrionário, como a anencefalia e a espinha bífida; e as anomalias cromossômicas, como a síndrome de Down.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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