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Escola de Rondonópolis desenvolve laboratório maker com apoio da Fapemat

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O laboratório “Mão na Massa” da Escola Estadual Pindorama, em Rondonópolis, passa a desenvolver mais um projeto para ampliar o conhecimento dos alunos por meio da cultura maker. O novo projeto “Mão na Massa – Criando Autômatos”, tem como foco a criação de autômatos de madeira que recriam os movimentos de animais e fenômenos naturais por meio de engrenagens, alavancas, eixos e polias.

O laboratório maker é coordenado pelo professor de física Gabriel Victor Munhoz, e fomentado pelo Programa de Pesquisa e Inovação na Escola (PIE) do Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (FAPEMAT). A escola inaugurou o espaço em julho do ano passado, quando iniciou o projeto “Mão na Massa – Cultura Maker na Educação”, que teve como objetivo principal montar um laboratório maker e criar kits educacionais, utilizando robótica e modelagem 3D.

Esses espaços de laboratórios Makers nas escolas, são voltados para que os alunos aprendam a transformar a teoria em prática, onde as ideias podem ser desenvolvidas e construídas por meio de brinquedos, robôs, aplicativos, mostrando todo o potencial dos alunos através da criatividade.

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Os autômatos desenvolvidos são disponibilizados aos professores para serem utilizados em suas práticas pedagógicas, com ênfase nas disciplinas da área de ciências da natureza. Isso se deve ao fato de que os mecanismos utilizados na produção dos autômatos são objetos de conhecimento da disciplina de física.

Além da ampliação e aperfeiçoamento do laboratório maker, o projeto tem como objetivos específicos a criação dos autômatos de madeira e a publicação dos resultados obtidos em eventos regionais e revistas científicas.

Com a adição da ala de marcenaria ao laboratório maker, a expectativa é ampliar as possibilidades de desenvolvimento das práticas experimentais de física e matemática. Na segunda edição do projeto deste ano os estudantes terão oportunidade de vivenciar novas formas de ensino e aprendizagem, aplicando os conceitos estudados nos laboratórios e em salas de aula. Além disso, os professores contarão com novas ferramentas de ensino e aprendizagem.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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