MATO GROSSO
Uso de tecnologia educacional potencializa processo de aprendizagem nas escolas estaduais
MATO GROSSO
¿Na Escola Estadual Padre José Maria do Sacramento, em Nova Brasilândia (MT), as aulas de Matemática, Ciências e Artes se tornaram muito mais atrativas. Na unidade, que fica a 201 quilômetros de Cuiabá, a inserção da Tecnologia Educacional por meio da aquisição de kits dos Projetos ETC Educação, Tecnologia e Construção potencializou o processo de aprendizagem. A experiência com os kits, implantada na Rede Estadual de Ensino, foi possibilitada por investimentos de R$41 milhões.
De acordo com o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, esse é apenas um dos muitos investimentos feitos pelo Governo de Mato Grosso em Tecnologia Educacional. “É um recurso pedagógico inédito que, além do estímulo ao estudo de Ciências e Matemática, permite o desenvolvimento de habilidades e competências importantes para o crescimento humano e tecnológico dos estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do 1° ao 3° ano do Ensino Médio”.
“Com esse kit formatamos um prédio iluminado e uma ambulância, além de mostrarmos que é possível variar as combinações com outras propostas. Já os alunos do 8º e 9º ano, construíram maquetes sobre sistema de geração de energia, uma casa iluminada, o quiz e o cartão iluminado, por meio do Projeto ETC MK Maker Montar Cidade”, conta a professora.
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Ainda segundo ela, as ações pedagógicas integradas ao uso da tecnologia facilitam o aprendizado. “A temática circuitos elétricos e eletricidade não é um objeto de conhecimento fácil de ser compreendido pelos estudantes, principalmente do 7º ano, porém, com a integração de materiais tecnológicos facilitou muito a compreensão desses conceitos”, ressalta.
Didática
Dentro do roteiro bimestral da turma são colocadas duas aulas de tecnologia para o desenvolvimento com os materiais, cadastro e acesso na Plataforma. Seguido da Metodologia de “Sala de Aula Invertida”, os estudantes levam o material para casa e fazem outras oficinas do caderno, trazendo em um dia marcado para socializar com as turmas e fazer reflexão dos resultados em sala de aula com sua turma e professor, além de serem avaliados.
Segundo a coordenadora, a equipe gestora tem apoiado todas as ações desenvolvidas pelo corpo docente, inclusive incentivando um intercâmbio entre escolas da região oportunizando a troca de conhecimentos entre os estudantes e professores.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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