MATO GROSSO
Estão abertas inscrições para encontros que debaterão amamentação e alimentação complementar saudável
MATO GROSSO
Os interessados no evento devem se inscrever neste link até o dia 18 de agosto ou enquanto houver vagas. Podem participar da atividade gestores, trabalhadores, conselheiros, sindicalistas, acadêmicos e a comunidade em geral.
Os eventos são realizados em alusão ao Agosto Dourado, campanha estadual de sensibilização e incentivo ao aleitamento materno instituída pela Lei Nº 12.111/23. Os encontros também são realizados em celebração à Semana Mundial de Amamentação, criada em 1992 para o fortalecimento de ações de promoção, proteção e apoio à amamentação.
De acordo com o responsável técnico da Equipe de Promoção do Aleitamento Materno e Alimentação Complementar Saudável, Rodrigo Carvalho, da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde, serão discutidos os avanços e desafios da amamentação e alimentação complementar saudável.
“Vamos debater questões que envolvem mães e pais que trabalham porque é preciso fortalecer a rede de apoio para os avanços e superação das dificuldades enfrentadas na implementação da temática no seio familiar”, diz Rodrigo.
Programação
No período matutino do dia 22 de agosto, o acolhimento e credenciamento iniciará às 7h e, às 8h30, haverá momento cultural com Thamy Azambuja entoando a música “Leite e Mel”, de sua composição, que é tema do Agosto Dourado em Mato Grosso.
Às 9h iniciam as palestras, sendo a primeira sobre “Amamentação: direito da mãe e pai trabalhador”, seguida do debate sobre “Promoção, proteção e apoio à amamentação nos territórios: impactos e desafios”.
Ainda pela manhã, haverá debate sobre as estratégias para a amamentação no trabalho e suas contribuições para o desenvolvimento sustentável; o impacto das intervenções no parto sobre o bem-estar do recém-nascido e na amamentação e desenvolvimento infantil contado por eles mesmos: os bebês.
No período vespertino, às 13h30, ocorrerá o plantio do Ipê Amarelo, árvore símbolo da amamentação em Mato Grosso. Às 14h, ocorrerão os seguintes minicursos: “o que as pesquisas nos mostram sobre os bebês e seus saberes”; “amamentação é legal: saiba como proteger a amamentação em seu município” e “práticas naturais e ecológicas para a gestação, parto, nascimento e amamentação”.
No dia 23 de agosto, às 7h, terá o espaço ‘ComVivência’, que contará com a exposição de experiências regionais e municipais em amamentação e alimentação complementar saudável, seguido do momento cultural com uma apresentação da atriz e servidora da SES, Eloá Pimenta.
Às 9h, terá a apresentação “casais homoafetivos femininos: do pré-natal à co-lactação”; “amamentação na população trans, homens e mulheres transexuais e travestis” e “amamentação e justiça reprodutiva”. A manhã encerra às 11h15 com uma discussão referente à amamentação em pessoas obesas e pós-bariátricas.
Das 14h às 18h, o evento segue com os minicursos: “aleitamento na população LGBTQIA+: terminologia, especificidades, co-lactação, indução de lactação”; “amamentação e saúde da população negra” e “freios orais e amamentação: impactos e evidências”.
No dia 24 de agosto, o grupo volta a se reunir às 7h no espaço de ‘ComVivência’, onde haverá exposição de experiências em amamentação e alimentação complementar saudável. Em seguida, haverá um momento cultural com a exposição literária ‘Ler é viver’. Às 9h15, a atividade continua com um debate em que será discutido o tema “pequeno gesto pode alimentar um grande sonho”, além da apresentação da “Iniciativa Hospital Amigo da Criança: vantagens e desafios”. O debate continua com uma ministração sobre “aleitamento materno e método canguru: qual a relação?”.
O período matutino encerra às 11h com uma palestra sobre a sedução do marketing e seu impacto sobre a prescrição de fórmulas infantis e um debate em torno da Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças da Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL) na prática da Vigilância Sanitária.
Às 14h, os participantes seguem com os minicursos: “fórmulas infantis industrializadas: marketing versus evidências”, “amamentação e aconselhamento” e “Método Canguru: um convite ao fortalecimento da rede de serviços”.
Mais detalhes dos encontros, como palestrantes e outras informações, podem ser obtidos neste link.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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