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Equipe da Sema analisou 196 Cadastros Ambientais Rurais durante o Mutirão Ambiental Vale do Cuiabá

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A equipe da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) analisou 196 Cadastros Ambientais Rurais (CARs) durante o Mutirão Ambiental Vale do Cuiabá, que aconteceu na 55ª Expoagro, na última semana, em Cuiabá. No total, foram atendidos 76 produtores rurais e responsáveis técnicos para dúvidas e questionamentos quanto às pendências de um ou mais CARs que estão em análise pela Sema.

O mutirão foi organizado pelo Sindicato Rural de Cuiabá e a Sema foi uma das instituições participantes com o Simcar em Campo. Também foram parceiras a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja).

Um dos atendidos durante o evento foi o proprietário de uma área em Poconé (104 km de Cuiabá), Cleto Reus. Ele conta que logo que foi anunciado o atendimento da Sema a notícia se espalhou nos grupos de WhatsApp que ele faz parte. Diante da oportunidade, ele veio conferir qual a situação do CAR da propriedade que a sua família mantém há 54 anos no Pantanal.

“Aqui o atendimento foi maravilhoso. Faz tempo que eu não mexia com o CAR da minha família e aproveitei para saber como está. Agora vou dar andamento na atualização que for necessária”, afirmou.

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O produtor Milton Aparecido Ribeiro de Oliveira fez questão de levar para casa o certificado de atendimento no mutirão. Em 2017, ele fez o CAR da sua propriedade, localizada em Rosário Oeste. “Parabéns à Sema pelo evento, e por esta oportunidade ímpar de tirar as dúvidas, fazer as reclamações, elogiar. Aqui foi a minha chance de sentar com um técnico e ser atendido, olho no olho, e ouvir dele o que está ocorrendo. Tem muitas coisas que se o produtor estiver atento consegue resolver com mais facilidade”, destacou.

Atualmente, mais de 137 mil propriedades rurais estão registradas no Simcar e mais de 68 mil cadastros já foram analisados pela equipe de técnicos da Sema. Destes, mais de 24 mil apresentaram pendências e aguardam complementação do interessado.

Foram atendidos os municípios de Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Jangada, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé, Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Várzea Grande.

Programação

Dez analistas de Meio Ambiente da Sema participaram do mutirão com o projeto Simcar em Campo, com objetivo de fazer a aproximação com o produtor e explicar quais as pendências devem ser sanadas para dar celeridade na validação do CAR.

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A secretária adjunta de Gestão Ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Luciane Bertinatto, realizou palestra de abertura do Mutirão Ambiental Vale do Cuiabá com o tema “Cadastro Ambiental Rural: Oportunidades e desafios na regularização do imóvel rural”, ressaltando a importância do produtor rural acompanhar as etapas e prazos do processo de regularização ambiental.

Luciane Bertinatto também participou de uma palestra sobre cadeia produtiva, coordenada pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).
“Agricultura familiar hoje é a que mais gera emprego e renda. Tudo que temos em nossa mesa pode ser produzido pelo pequeno produtor, desde que tenha tecnologia e qualificação para atender o mercado. O nosso papel como executores de políticas públicas é levar esse conhecimento. A equipe da Sema é parceira para instruir quem precisa regularizar seu cadastro ambiental rural”, afirmou a secretária adjunta de Gestão da Sema.

A Coordenadoria de Atividades de Pecuária Intensiva, Irrigação e Aquicultura da Sema-MT também participou do Mutirão tirando dúvidas dos produtores sobre a regularização de drenagem agrícola, barramento e licenciamento agropecuário.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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