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Deputada mato-grossense nega constrangimento com pedido de Michelle Bolsonaro em evento

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A deputada federal Amália Barros, do PL de Mato Grosso, negou ter se sentido constrangida com o pedido para tirar a prótese ocular durante um evento com Michelle Bolsonaro, em João Pessoa (PB). Ao passar a palavra para a parlamentar, a ex-primeira dama condicionou a entrega do microfone à retirada da prótese, o que gerou críticas nas redes sociais.

“Eu amo vê-la sem prótese, gente. Eu sei que seu trabalho é esse, amiga, mas tira”, disse Michelle. Sorrindo, a deputada respondeu: “Ela sempre faz isso, e eu ainda não aprendi a vir sem prótese”. Em seguida, Amália entrega a prótese para Michelle, que a coloca no bolso.

Após as críticas feitas por internautas, que apontaram uma possível situação de exposição da deputada, a parlamentar gravou um vídeo negando ter se sentido constrangida. Amália garantiu que retirar a prótese “não é problema” e que “se acha linda, com ou sem prótese”.

“Se não fosse a Michelle, esse país não teria reconhecido as pessoas que não têm um olho como pessoas com deficiência. Porque foi graças ao esforço dela que o presidente Bolsonaro, em 2021, sancionou a lei monoculares”, disse Amália.

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Michelle Bolsonaro é presidente do Partido Liberal, tendo Amália como vice. A deputada é de Campo Novo do Parecis e exerce seu primeiro mandato na Câmara Federal.

Só Notícias/Herbert de Souza (foto: assessoria)

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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