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Batalhão Ambiental da PM fecha garimpo ilegal; suspeitos são multados em R$ 680 mil

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Policiais militares do Batalhão de Proteção Ambiental (BPMPA) desarticularam um ponto de extração ilegal de minério, na tarde desta quinta-feira (20.07), na reserva de proteção permanente da região de Cristalino, em Alta Floresta. Na ação, três homens foram presos em flagrante, sete balsas foram apreendidas e multas de R$ 680 mil foram aplicadas.

O BPMPA recebeu informações da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) sobre grande quantidade de balsas que estavam realizando extração de minério na região de Cristalino, uma unidade de conservação permanente. Em varreduras pela região, foi identificado o total de sete balsas, com grande quantidade de pessoas.

Os policiais se deslocaram para a área e flagraram as balsas em funcionamento e alguns suspeitos em fuga, sendo que três deles foram detidos pela equipe.

Ao serem questionados, os homens não apresentaram documentações de autorizações para exploração da área, bem como se negaram a prestarem esclarecimentos sobre os responsáveis pelo empreendimento ilegal.

Em seguida, todos foram conduzidos para a Delegacia de Alta Floresta para demais esclarecimentos e foram multados em um valor total de R$ 680 mil, pelos crimes de extração e funcionamento de empreendimentos poluidores em áreas de preservação ambiental.

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As balsas apreendidas foram desmanteladas pelas equipes policiais, em virtude de não poderem serem retiradas do local.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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