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Programa Alfabetiza MT transforma a educação com mais de 1.800 alunos alcançados

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Crédito: Assessoria da Prefeitura

O Programa Alfabetiza MT tem se destacado no município de Poconé, ao proporcionar avanços significativos na educação infantil e na alfabetização. Criado pela Lei nº 11.485 em 28 de julho de 2021 e regulamentado pelo Decreto nº 1.065 em 10 de agosto do mesmo ano, o programa tem como objetivo primordial elevar os índices de alfabetização nas escolas públicas do Estado de Mato Grosso até o 2º ano do Ensino Fundamental, em um esforço conjunto Seduc com os municípios por meio do Regime de Colaboração.

Com o firme propósito de alcançar a alfabetização de todas as crianças das escolas mato-grossenses, o Programa Alfabetiza MT encontrou em Poconé um exemplo a ser seguido. Coordenado pela secretaria municipal de educação do município pela Mestre em Educação, Letícia Gisele Pinto de Moraes Queiroz. O projeto já impactou positivamente a vida de 1.832 alunos, sendo 861 crianças da Educação Infantil e 947 alunos em fase de alfabetização, distribuídos entre o 1º e o 2º ano.

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Além do compromisso com o ensino de qualidade, o Programa se destaca pela capacitação contínua dos profissionais envolvidos das nossas escolas do campo e da cidade. As formações acontecem uma vez ao mês, aos sábados, na Escola General Caetano de Albuquerque, reunindo cerca de 65 educadores das redes municipais que atendem a Educação Infantil e a Alfabetização no Município de Poconé.

Através da dedicação das Formadoras do Programa, professoras Georgiana Laura Valle Souza (Educação Infantil) e Maura Lobo (Alfabetização), sob a coordenação regional da Mestre em Educação, Sirlei Janner, os educadores se mantêm atualizados sobre as melhores práticas pedagógicas, aprimorando suas habilidades e métodos de ensino para oferecerem o melhor para seus alunos.

O investimento em Material Didático Complementar (MDC) para as turmas de Alfabetização tem sido uma das iniciativas marcantes deste ano. O material é cuidadosamente adaptado para atender às necessidades dos alunos e professores, complementando a prática pedagógica em sala de aula e tornando o aprendizado mais significativo e eficaz.

No dia 28 de setembro de 2023, o Município de Poconé sediará o Seminário do Alfabetiza MT, um momento para que os professores apresentem as boas práticas implementadas em suas salas de aula, compartilhando suas experiências e aprendizados com todos os envolvidos no projeto. Com o programa em pleno vigor até novembro de 2023, é possível vislumbrar um horizonte educacional promissor para as novas gerações de Poconé e de todo o Estado de Mato Grosso.

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A gestão do prefeito Tata Amaral e secretaria Ornella tem a visão e o compromisso em estar buscando parcerias que tenham esse mesmo objetivo para que juntos possamos melhorar a qualidade do ensino em nossa rede. E com certeza com a participação de todos colaboradores da educação, estamos conseguindo colocar nosso objetivo em prática, proporcionando uma educação de qualidade aos nossos alunos.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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