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MT é o Estado que mais gerou empregos com carteira assinada em junho

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Mato Grosso foi o Estado que mais gerou novos empregos, proporcionalmente ao número de habitantes, no mês de junho de 2023. O Estado que tem uma população de 3,6 milhões criou 10,6 mil novos empregos com carteira assinada em um mês.

O número de novos postos de trabalho gerados em Mato Grosso supera todos os Estados da região Sul juntos (Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul), os três maiores do Nordeste (Bahia, Pernambuco e Ceará), e fica atrás somente dos três Estados mais populosos do país: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Com uma população de 44,4 milhões de habitantes, São Paulo gerou 36,4 mil novos empregos formais no mês passado e Minas Gerais, que conta 20,5 milhões de habitantes, contratou 25,5 mil trabalhadores.

Conforme o Observatório do Desenvolvimento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), as proporções de vagas de emprego pela quantidade de habitantes dos Estados são 0,29% em Mato Grosso; 0,12% em Minas Gerais e 0,08% em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os dados se baseiam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de junho, divulgado na última semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego, além dos dados populacionais do Censo 2022 do IBGE.

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Para o governador Mauro Mendes, a alta geração de empregos em Mato Grosso encontra um novo desafio: ter mão de obra disponível e qualificada para tantas vagas de emprego abertas.

“Nos últimos anos, essa notícia tem se tornado frequente. Estamos sempre na liderança em geração de emprego e a nossa maior dificuldade é encontrar mão de obra para tantas oportunidades. Hoje temos um Governo forte, que reduz impostos, concede incentivos fiscais, emite licenças com rapidez e traz um ambiente favorável para investimentos privados, além de tocar milhares de obras e ações em todo o estado. Isso tem criado milhares de empregos e oportunidades, e essa notícia prova que estamos no caminho certo”, afirma.

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, diz que todo o cenário econômico criado pelo Governo de Mato Grosso, atraindo investimentos, dando mais segurança jurídica aos investidores, combate ao desmatamento ilegal, incentivo de práticas de produção associada à sustentabilidade, além dos investimentos em infraestrutura, educação com reformas nas escolas e melhoria no ensino, e na saúde pública são fundamentais para instalação de indústrias e a abertura de novas empresas.

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“A escola para o filho, acesso à saúde, estradas boas tudo isso é levado em conta para uma pessoa mudar de cidade e se instalar no interior, por exemplo. Os empresários também analisam essa situação para fazer os investimentos. O Governo do Estado pavimentou no passado o que está acontecendo agora”, avalia.

Setores que mais empregaram

A safra recorde de grãos de Mato Grosso, em torno de 100 milhões de toneladas no ano agrícola 2022/2023, coloca o setor da agropecuária como o maior empregador do Estado. Dos 10,6 mil novos empregos, 4,7 mil foram absorvidos pelo setor, que é a base econômica do Estado.

Na sequência, aparece o setor de Serviços, que empregou 2,5 mil trabalhadores no primeiro semestre. Depois, aparece a indústria, com a contratação de 1.178 pessoas, comércio (1.150) e a construção civil (1.038).

Entre os contratados, 9.186 são homens e 1.494 são mulheres. São pessoas, em sua maioria, com o ensino médio completo, e idade de 18 a 24 anos.

Fonte: Governo MT – MT

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Empreendedorismo feminino cresce 20% em MT e já soma 244 mil donas de negócios

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A necessidade financeira e a oportunidade de atuar na área desejada impulsionam o aumento de mulheres no empreendedorismo. Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) revela que 244 mil mulheres são donas do próprio negócio no estado. O volume expressivo representa crescimento de 20% em relação a 2025. Em todo o país, são 11 milhões de empreendedoras.

A diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destaca que essa presença vai além dos números e reflete uma transformação social profunda. “Grande parte das empreendedoras é mãe e responsável pelo sustento do lar. Observamos que, cada vez mais, elas estão mais capacitadas e qualificadas para tocar o próprio negócio em busca de independência, o que transforma a realidade de suas famílias e comunidades por meio da gestão empresarial”, afirma Lélia.

Os números do levantamento confirmam a análise e traçam um perfil detalhado: seis em cada dez dessas mulheres têm entre 25 e 44 anos. No âmbito familiar, 61% são casadas, enquanto solteiras e divorciadas somam 16% cada; 68% do total possuem filhos. Quanto à escolaridade, 47,7% concluíram o ensino médio, 38,1% têm ensino superior e 1,8% possuem pós-graduadas, o que evidencia uma base educacional sólida para a condução das empresas.

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No que diz respeito à atuação no mercado, o setor de serviços lidera com 40%, seguido de perto pelo comércio, com 38%. Os nichos de maior destaque incluem higiene e cosméticos, moda, alimentos e bebidas, saúde e bem-estar e artesanato. A maturidade desses empreendimentos também chama a atenção: 42,9% das empresas são consideradas consolidadas, com tempo de atuação entre 3,5 e 9 anos.

A motivação para abrir o próprio negócio se divide entre sonho e realidade. Enquanto 40% das entrevistadas empreendem por oportunidade, outros 40% o fazem por necessidade financeira. Além disso, a busca por autonomia (31%), a paixão por determinado trabalho (29%) e o desejo por horários mais flexíveis (22%) aparecem como fatores determinantes para a decisão de investir na própria trajetória profissional.

Barreiras

Apesar do crescimento, o acesso ao crédito permanece como um dos principais gargalos para a expansão desses negócios. A pesquisa aponta que três quartos das empreendedoras enfrentam dificuldades nessa área: 31% nunca buscaram crédito, 20% nunca procuraram, mas têm interesse; e 22% já tentaram obter o recurso, mas tiveram o pedido rejeitado. Quando conseguem financiamento, destinam o capital prioritariamente a capital de giro, reformas, ampliação, compra de materiais e quitação de dívidas.

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Outro ponto crítico é a informalidade, alimentada por entraves burocráticos e receios financeiros. Para 38% das mulheres, o excesso de burocracia representa o maior obstáculo à formalização, enquanto 21% admitem medo de assumir compromissos fiscais. Além disso, 20% das entrevistadas não veem necessidade imediata de formalizar o negócio. Na visão de analistas, os indicadores mostram espaço importante para ações de conscientização e simplificação de processos por parte dos órgãos de apoio.

Sobre a pesquisa

O levantamento especial feito pelo Sebrae/MT foi realizado por meio de entrevistas telefônicas, com 1.304 empreendedoras no estado de Mato Grosso. O estudo apresenta uma taxa de confiança de 95% e margem de erro de 4%.

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