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Prefeito de Cuiabá e líder da igreja Renascer unem forças para a realização da 26ª Marcha para Jesus

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O prefeito Emanuel Pinheiro recebeu na tarde desta terça-feira (1º) a visita do apóstolo Estevam Hernandes, líder da igreja Renascer, acompanhado pelo Pastor Daniel Alves presidente do Conselho de Ministros Evangélicos de Mato Grosso – COMECMT, além de membros da igreja Renascer da capital. Também participaram da visita o secretário municipal de Meio Ambiente, Renivaldo Nascimento e o vereador Rodrigo Arruda e Sá. O objetivo do encontro foi pedir apoio da Prefeitura para a realização da 26ª Marcha para Jesus.

“A marcha para Jesus, criada no Brasil pelo apóstolo Estevam, alcançou uma dimensão internacional e mundial. Como sou cristão e temente a Deus, e considerando que Cuiabá é uma cidade com forte base cristã, abrimos as portas de nossa cidade para oferecer todo o apoio possível. Desejamos que Jesus continue sempre à frente de nossa cidade, abençoando todos os lares cuiabanos”, disse o prefeito.

O apóstolo Estevam agradeceu a acolhida do prefeito Emanuel Pinheiro. “Para nós, é uma honra imensa estar aqui em Cuiabá junto com o prefeito, uma pessoa verdadeiramente incrível. Conhecemos alguns detalhes desta cidade tão especial, que não apenas é importante para o Brasil, mas também para o mundo, devido à sua economia e vitalidade. Já estamos nos preparando para uma grande marcha para Jesus. Esse evento ocorre hoje em mais de 170 países ao redor do mundo, sendo que no Brasil temos a maior marcha de todas. Ela reúne igrejas e religiões diversas com o objetivo de exaltar o nome de Cristo e tornar o dia muito especial. Chegamos a um acordo com o prefeito e todos os envolvidos, e vamos realizar a grande marcha para Jesus em Cuiabá no dia 11 de novembro. Estou certo de que será um evento grandioso, poderoso e histórico”, comemorou Hernandes.

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O pastor Daniel Alves, organizador da Marcha deste ano, disse que o conselho de pastores está se preparando para viver um novo capítulo, com uma maior união, crescimento e credibilidade. “Tenho certeza de que, juntamente com o apóstolo Estevam, a prefeitura e todos os envolvidos, realizaremos um evento marcante, que deixará uma marca não apenas em nossa cidade, mas também em nossos corações. Esperamos uma participação significativa. No ano passado, tivemos cinquenta mil pessoas marchando e declarando que Jesus é o Senhor dessa cidade. Para este ano, esperamos um aumento, com a expectativa de reunir entre oitenta e noventa mil pessoas na marcha, todos unidos em proclamar a mensagem de fé”, comentou.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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