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Nova Mutum ganha mais de 900 novas empresas em seis meses, aponta ministério

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Empreendedores de Nova Mutum abriram 929 novas empresas, no primeiro semestre, de acordo com o ministério da Economia. Os segmentos de vestuários e acessórios, transporte rodoviário de cargas e serviços, obras de alvenaria, salões de beleza, promoções de vendas, lanchonetes, entre outros representam o maior volume de novos negócios.

Só Notícias apurou que, entre estes novos estabelecimentos, 808 são microempresas, 91 de pequeno porte e 30 outros segmentos. Foram abertas 101 empresas a mais em relação ao mesmo período no ano passado, apresentando 12,1% de crescimento do município.

Atualmente, Mutum tem 7.245 mil empresas administradas por empresários individuais, sociedade limitada, eirelli (tipo societário de microempresa no qual é exigido apenas um sócio, o proprietário), sociedades anônimas, cooperativas, públicas, dentre outros.

Conforme Só Notícias já informou, em Sinop 3 mil aberturas de empresas foram registradas nos últimos seis meses. Sorriso ganhou mais de 3 mil novas empresas no primeiro semestre do ano, já Lucas do Rio Verde 1,8 mil. Em Guarantã do Norte foram 456 aberturas.

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Só Notícias/Ana Dhein (foto: assessoria/arquivo)

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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