MATO GROSSO
Governador destaca ação da primeira-dama: “Mais uma alternativa eficiente de combate à violência doméstica”
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes afirmou que o programa SER Família Mulher, lançado nesta quarta-feira (09.08), é mais uma alternativa eficiente para combater a violência doméstica em Mato Grosso.
O programa, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, vai conceder auxílio financeiro de R$ 600 para as mulheres que passam por situação de violência doméstica.
“Desejamos que a violência não aconteça. Mas acontecendo, precisamos ter a capacidade de agir de acordo com a lei, e acolher essa mulher, para ela não ficar submissa nessa situação dentro da relação. Esse cartão vai possibilitar uma ajuda para aluguel social, para ela ter um nível de amparo até conseguir reconstruir sua vida”, explicou o governador.
O auxílio vai abranger mulheres em situação de vulnerabilidade financeira e que estiverem sob medida protetiva. Elas também receberão acompanhamento familiar por 12 meses.
“Precisamos restabelecer essa cultura de respeito dos homens com as mulheres. Essa ação é mais um instrumento eficiente, que se soma às medidas que temos implementado, como o boletim de ocorrência virtual e o botao do pânico. Cada vez mais teremos condições e mecanismos para interagir rapidamente e acolher as vítimas”, registrou.
Conforme o governador, além dessas medidas e das campanhas de conscientização, o Governo de Mato Grosso dará atenção especial para qualificar as mulheres vítimas de violência doméstica.
“Vamos fazer tudo aquilo que está ao nosso alcance. O programa SER Família Capacita terá um foco especial para essas mulheres, de forma a ajudá-las a terem uma qualificação e independência financeira, passo importante para quebrar o vínculo com o agressor”, pontuou.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0