MATO GROSSO
Preço do etanol em Mato Grosso é o mais barato do país
MATO GROSSO
O preço mato-grossense ainda é R$ 0,32 mais barato que o preço médio nacional, calculado em R$ 3,62.
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), César Miranda, o preço mais barato do país é resultado da política fiscal adotada pelo Governo do Estado, aliada ao compromisso dos empresários e produtores mato-grossenses.
“Mato Grosso é o maior produtor de milho brasileiro, e graças ao investimento privado em muita tecnologia, e a uma política fiscal justa e responsável do governo Mauro Mendes, conseguimos ter a menor alíquota de ICMS do etanol de milho e, consequentemente, graças a nossa produção, temos o etanol de menor preço no Brasil”, observou.
O secretário ainda ressaltou que Mato Grosso tem a menor alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do etanol em todo país desde 2020, quando, à época, o percentual era de 12,5%. Atualmente a alíquota praticada é de 8,5%.
Com a redução da tributação, o etanol se torna mais competitivo quando comparado à gasolina, além de ser um biocombustível menos poluente.
Levantamento
Os dados constam no Levantamento de Preços de Combustíveis, divulgado pela ANP nesta quarta-feira (09.08). A pesquisa mapeou 72 postos de combustíveis de Mato Grosso, entre os dias 30 de julho e 5 de agosto.
Conforme a ANP, o preço do etanol em Mato Grosso varia entre R$ 3,15 e R$ 3,89, sendo que o menor preço foi encontrado em Cuiabá, que tem o etanol mais barato entre todas as capitais do país.
Já os maiores preços médios foram encontrados no Amapá (R$ 5,69) e em sua capital, Macapá (R$ 5,71). A diferença para o preço praticado em Mato Grosso é de 58% na comparação entre os Estados (R$ 2,39) e 55% entre as capitais (R$ 2,56).
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá
O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.
O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.
Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.
Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.
Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.
Alex Rodrigues propõe comissão permanente
Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.
Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.
“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.
Curitiba é citada como exemplo
Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.
Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.
Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.
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