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ATÉ DIA 06 DE SETEMBRO

VÁRZEA GRANDE PRORROGA O IPTU 2023 PARA DIA 06 DE SETEMBRO

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MATO GROSSO

Visando proporcionar ao contribuinte de Várzea Grande mais uma oportunidade de estar quites com o IPTU – Imposto Predial Territorial Urbano de 2023, impostos utilizados pelo Poder Executivo Municipal para executar obras estruturantes e ações de interesse coletivo, levaram o prefeito Kalil Baracat através da Secretaria de Gestão Fazendária, a emitir o Decreto 53 que prorrogou o vencimento do mesmo para 06 de setembro, para aqueles contribuintes sem débitos anteriores.

“O IPTU é fundamental para a Administração Municipal, para a cidade e para sua população, pois é através dele que conseguimos realizar obras como a pavimentação asfáltica de ruas e avenidas, obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário, unidades de saúde, unidades escolares, enfim, o IPTU permite que possamos atender as demandas da própria sociedade, então é importante as pessoas paguem seus impostos e possam contar com a certeza de que iremos aplicar integralmente em favor desta mesma população os benefícios decorrentes do pagamento deste imposto”, sinalizou o prefeito Kalil Baracat.

Ficou mantida a possibilidade daqueles que tem débitos de IPTU anteriores a 2023, que até o dia antes do prazo final de vencimento, agendado para 06 de setembro, o contribuinte possa participar do REFIS com descontos de até 80% nos juros e multas e pagar ou renegociar os mesmos.

“O pagamento dos débitos anteriores permitirá que o contribuinte desfrute do desconto de 20% no IPTU 2023 para aqueles sem dívidas de anos anteriores com a Administração Municipal”, disse a secretária de Gestão Fazendária, Lucinéia dos Santos Ribeiro.

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A titular da Pasta, sinalizou para a necessidade em prorrogar o IPTU/2023, diante das idas e vindas desde que ele foi lançado no início deste ano e que tinha previsão de vencimento em 19 de março.

“Lançamos um IPTU que trouxe a correção da planta genérica, determinada pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso, após mais de uma década sem correção. Ocorre que o Ministério Público, mesmo reconhecendo não haver irregularidade nos lançamentos promovidos pela Prefeitura de Várzea Grande, ingressou com ação judicial, alegando que a cobrança geraria pesado ônus aos contribuintes por estar sendo cobrado de uma única vez. Diante desta situação, o prefeito Kalil Baracat, optou por um acordo judicial, á homologado, remetendo a correção dos valores da Planta Genérica para 2025, ficando os IPTU de 2023 e 2024 apenas com a correção dos valores pela inflação do período”, explicou Lucinéia dos Santos Ribeiro.

A secretária de Gestão Fazendária, lembrou que durante a programação das festividades dos 156 Anos de Fundação de Várzea Grande em maio deste ano, foram inauguradas obras e executadas ações que representaram investimentos da ordem de R$ 115 milhões em recursos públicos aplicados em prol da população, sendo que a maior parte deste total vem de impostos, taxas e contribuições pagas pelos contribuintes e utilizadas em prol deles.

“A gestão pública depende de recursos que vem do pagamento de impostos, então, se o contribuinte está quites com o Poder Público, ele pode executar as obras e ações de interesse do conjunto da sociedade e melhorar a qualidade de vida para todos. O nosso compromisso enquanto gestor é fazer o que está ao nosso alcance e aplicar de forma transparente e correta os valores auferidos através da arrecadação e transformar os mesmos em benefícios coletivos”, disse Kalil Baracat, para quem a correta aplicação dos recursos é que move a economia em uma cidade como Várzea Grande.

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Kalil disse ainda que os entendimentos construídos junto com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso e com o Ministério Público, passaram a exigir uma nova tomada de decisões da Prefeitura de Várzea Grande que foi relançar o IPTU 2023 apenas com a correção inflacionária e em nova data inicial para 21 de julho. “Agora uma nova prorrogação está sendo feita para 06 de setembro próximo, permitindo que o contribuinte possa se planejar e estar quites com Várzea Grande e confiar de que os valores por eles pagos serão aplicados em prol de toda a população”, frisou o prefeito.

A Gestão Fazendária manteve ainda os diversos canais de atendimento a população, tanto de forma presencial na Prefeitura de Várzea Grande, na Sub-Prefeitura no Cristo Rei ou através dos canais online através do site www.varzeagrande.mt.gov.br ou pelo whatsApp nos números 65 98459 8124 ou 65 98404 6296.

Fonte: Várzea Grande

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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