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Comunidade de Vila Bela recebe serviços do Mutirão da Cidadania e ações do SER Família Solidário 

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“Essa ação foi uma benção de Deus para nós, enviada por meio da primeira-dama. Esses serviços também são muito importantes, porque nossa região precisa, tudo é muito longe para nós, e hoje tivemos tudo perto”, afirmou a moradora do Distrito de Santa Clara do Monte Cristo, Eliane Parapa Pessoa Bazan, durante a realização do Mutirão da Cidadania e das ações do SER Família Solidário e SER Família Aconchego na comunidade de Nossa Senhora Aparecida, em Vila Bela da Santíssima Trindade, nesta quarta-feira (24.08).

O evento, voltado para a comunidade em situação de vulnerabilidade social, contou com a presença da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, idealizadora do Mutirão da Cidadania e dos programas do SER Família.

“Estou muito feliz em estar aqui hoje, com todas essas pessoas e poder ouvir o que elas realmente precisam, principalmente porque é difícil chegar até aqui, por ser um lugar distante da capital. Estou muito feliz também por ser a primeira-dama do estado a vir até essa comunidade. Agradeço a todos os parceiros que estão aqui hoje e que tornaram essa ação possível”, destacou a primeira-dama Virginia Mendes.

Durante o evento, resultado da ação conjunta da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), foram realizados 230 serviços do SER Família Mulher, por meio de palestras e atendimentos sobre violência doméstica; 201 plastificação de documentos; 189 atendimento de foto 3×4; emissão de 50 segundas-vias de certidões tanto de óbito, casamento quanto nascimento; 8 atendimentos do Sine; 5 do Procon; 4 do SER Família Qualifica e dois da Carteira de Identificação do Autista. Os moradores também receberam 300 cestas de alimentos, 300 kits de higiene, além de 100 filtros e 300 cobertores.

Eliane ajudou a cadastrar as famílias para receberem as cestas na comunidade de Nossa Senhora Aparecida. “Foi muito bom participar desse processo, porque tem muita família que merece e não só aqui como nas outras comunidades também. Estas cestas foram para pessoas que realmente precisavam”.

A secretária da Setasc, Grasi Bugalho, ressaltou que desde o início do ano a pasta tem planejado e trabalhado os Mutirões da Cidadania em vários municípios do interior, começando pelos menores, e já visitado todas as regiões do Estado e que a estratégia agora é levar os atendimentos para as comunidades tradicionais e de fronteira. “É um trabalho que nós agregamos, não apenas o que já tinha, que era a entrega de cestas e o cadastramento, mas também outros serviços. São coisas que às vezes, as pessoas que moram nas cidades, não imaginam a dificuldade que é para ter acesso. E mais do que isso, ouvir a comunidade, porque cada comunidade onde a gente chega, percebemos que tem uma questão própria, uma individualidade”.

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Grasi disse ainda que os municípios de fronteira têm características em comum, mas um município como Vila Bela da Santíssima Trindade, que tem comunidades que ficam 200 quilômetros distantes, tem que ter um olhar diferenciado. “E é esse olhar diferente que a gente está implementando com essa oportunidade que a primeira-dama nos dá de fazer essa política de forma transversal, de agregar a presença da segurança pública, que já está na fronteira, também o trabalho social, assim como temos feito na Saúde. E para levar o que é mais importante, que é o desenvolvimento social, e dar para a população a oportunidade de levar a ela outros serviços. Então é o que estamos fazendo aqui e vamos continuar fazendo nas comunidades de fronteira e em outros municípios também”, completou.

“Essa é uma ação ousada, porque não está na cidade de Vila Bela, mas em uma região de fronteira, em uma comunidade tradicional. Não temos palavras para descrever a nossa gratidão por essa ação”, afirmou o prefeito de Vila Bela da Santíssima Trindade, Jacob André Bringsken.

O comandante do Gefron, parceiro da ação em Vila Bela, Tenente Coronel PM Bugalho, agradeceu a oportunidade de poder fazer algo a mais pelas comunidades de fronteira, além do que é a obrigação do Grupamento, de levar a segurança pública para a população. “Nós sentimos, através da nossa atividade de segurança, que o Gefron é o responsável pelas segurança da fronteira, e que há a necessidade de levarmos algo a mais que a segurança pública e então nós trouxemos essa atividade social para dentro da nossa estrutura, e com a possibilidade da Setasc abrir a porta para nós podemos agregar outros serviços. Fizemos questão de vir para essa comunidade da Aparecida, que é pequena e que tem muita carência da presença do município e do estado, e de estar junto com a população, debaixo de um mangueiral, junto das pessoas que mais necessitam, trazendo essa presença do Governo do Estado”, disse.

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O Secretário Adjunto de Integração Operacional da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), Coronel PM Fernando Carneiro, também esteve presente no evento e agradeceu a oportunidade. “Acredito que esse momento é muito especial. Estarmos aqui, acolhendo, ouvindo, trazendo serviços, isso representa o amor e comprometimento à comunidade e às pessoas que realmente estão precisando de um atendimento, de um acolhimento de qualidade. E por meio da Secretaria de Segurança Pública, do Gefron, também tem o acolhimento”, completou.

Para Valdirene Tomicha, a entrega das cestas veio em boa hora, principalmente pelo fato de o marido ter sofrido um AVC e não poder trabalhar. Grávida do quinto filho, ela tem outros quatro para criar, e contou que o filtro será muito importante na saúde das crianças, pois agora terão água tratada. “É muito bom ter filtro, porque assim não vamos tomar mais água direto da torneira, e isso é muito bom para as crianças. Tudo isso aqui foi muito bom para nossa comunidade, muito esquecida. Foi uma surpresa muito grande, achei que era só uma reunião, e teve toda essa festa aqui”, contou.

O presidente da Associação dos Moradores da Comunidade Nossa Senhora Aparecida, Felix Rodrigues, afirmou que a realização do Mutirão da Cidadania na comunidade e a presença da primeira-dama Virginia Mendes é um sonho realizado. “Nossa associação não tem fins lucrativos, mas temos bastante apoio, e hoje aqui é uma realidade, é um sonho que foi realizado. Nosso povo aqui nunca mais irá esquecer o que aconteceu aqui hoje. E a gente espera que possa acontecer mais vezes. Só temos a agradecer a Deus e a nossa primeira-dama Virginia Mendes”.

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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