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FotoRio completa 20 anos com seis exposições em centro cultural do RJ
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Mais antigo festival de fotografia em atividade no Brasil, o FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro completa 20 anos de criação com seis exposições no Centro Cultural Justiça Federal, na capital fluminense. Das seis mostras, quatro são de artistas estrangeiros e duas das brasileiras Aline Motta e da dupla Masina Pinheiro e Gal Cipreste Marinelli, artistas trans não-binárias que transitam por foto-escultura, cinema, educação e música.

As mostras internacionais têm trabalhos do cineasta e fotógrafo iraniano Morteza Niknaha, da documentarista colombiano Federico Rios Escobar, da artista francesa Camille Gharbi e da fotógrafa africana baseada em Viena, na Áustria, Belinda Kazeem-Kaminski.
O FotoRio será inaugurado neste sábado, às 15h. As exposições ficarão abertas ao público até o dia 15 de outubro, de terça-feira a domingo, de 11h às 19h. O festival tem coordenação de Erika Tambke, Ioana Mello, Marina Alves, Milton Guran, Paulo Marcos de Mendonça Lima e Thomas Valentin e conta com patrocínio do Itaú, com apoio do Consulado Geral de França e do ‘Institut Français’.
“Em 2023, chegamos à marca de 1.200 exposições, projeções e palestras em mais de 100 locais diferentes, como museus, centros culturais e locais alternativos do Rio de Janeiro”, disse à Agência Brasil o fundador do festival e um dos curadores do evento deste ano, Milton Guran.
As mostras contam com um QRCode, por meio do qual os visitantes podem conferir comentários e textos sobre o trabalho exposto, além de audiodescrição da obra. No dia da abertura, as artistas Belinda Kazeem-Kaminski, Camille Gharbi, Masina Pinheiro, Gal Cipreste Marinelli e as curadoras Erika Tambke, Ioana Mello e Marina S. Alves farão uma visita comentada, com tradução em português e em Libras.
Temas sociais
As exposições têm em comum abordagens de temas sociais relevantes, entre os quais o racismo, a escravidão, a decolonialidade e o feminicídios. No vídeo Exumação Em conversa, por exemplo, a artista Belinda Kazeem-Kaminski pensa a negritude quando o colonialismo raramente é discutido e a história negra é mantida fora dos livros escolares, prendendo os negros em estado simultaneamente de extrema visibilidade e extrema invisibilidade.
Na exposição Nenhum poder de pedra que estanque o jorro das gotas sedentas por ver o sol, Masina Pinheiro e Gal Cipreste, em parceria com o estilista Guto Carvalhoneto, trazem 15 imagens de diferentes formatos, que mostram a infância sofrida por motivos ligados ao gênero e à transformação do corpo diante de uma família religiosa.
A partir de suas experiências pessoais, elas brasileiras usam diferentes linguagens para refletir sobre a existência de pessoas LGBTQIA+ que navegam entre gêneros. A série foi vencedora do 11º Prix Photo Aliança Francesa 2022.
Em Mato adentro, Federico Rios Escobar apresenta 30 fotografias de diferentes formatos, documentando a vida na selva, a relação das pessoas com o tráfico no interior da Colômbia a partir de recorrentes incursões que fez a diferentes regiões do país. Suas viagens o levaram a observar também a dificuldade de conexão e transporte fora dos grandes centros urbanos, a questão do meio ambiente, relações de gênero nos espaços em disputa.
O iraniano Morteza Niknahad traz, em Peixe Grande, o trabalho autobiográfico sobre a vida marcada por 20 anos de depressão de sua mãe. Os retratos posados, escuros, da família são ainda mais distorcidos pela presença eminente de um peixe. Através de sua história íntima, Morteza destaca problemas contemporâneos em relação a doenças mentais, patriarcado e invisibilidade da mulher.
Aline Motta estabelece, em Pontes sobre Abismos, palavras e imagens na busca por entendimento. São pontes sobre o Atlântico, que vão ao encontro de gerações passadas e raízes africanas. A obra De frente, da artista francesa Camille Gharbi, expõe violência doméstica, feminicídio conjuga, brutalidade e injustiça do mundo contemporâneo. Ela opta por se distanciar de imagens espetaculares e exibe objetos do dia a dia, pessoas comuns e lugares ordinários.
Memória
Milton Guran lembrou que, a princípio, o FotoRio foi bianual. A partir de 2014, tornou-se anual e, em 2018, quase deixou de existir por falta de patrocínio. Os fotógrafos iniciaram então o movimento FotoRio Resiste!. “Foi uma ação de resistência. Aí, a gente ganhou fôlego, atravessamos a pandemia, fizemos uma ação interessante, que foi a Fotos Pró Rio”, disse o curador.
A campanha reuniu mais de 470 artistas e curadores em ação solidária, com o propósito de vender fotos para ajudar profissionais da fotografia que estavam em dificuldade financeira durante a pandemia da covid-19.
Os criadores do FotoRio idealizaram ainda a Semana da Inclusão Visual, encontro de projetos que usam a fotografia como instrumento de inclusão social. “Fazemos isso desde 2015 e mudamos o nome para Semana da Ocupação Visual “porque, com o celular na mão, todo mundo foi visualmente incluído.”
Neste ano, como o festival está completando 20 anos, as comemorações se estendem por todo o ano. O calendário abriu com a exposição Cosmopolíticas, em associação com o Festival Foto em Pauta, de Minas Gerais. “Agora, nós estamos fazendo o filé mignon da história, que reúne seis exposições no Centro Cultural Justiça Federal”, disse o curador. O evento reflete a inserção internacional do FotoRio.
Qualidade
Guran lembrou que, atualmente, a imagem é produzida por todo mundo que também consome imagem. “Hoje, mais do que nunca, é importante e útil a apresentação de imagem diferenciada e de qualidade. Porque nós vivemos com um bilhão de imagens vernaculares, tipo ‘vovô viu a uva’. Esse tipo de trabalho que a gente apresenta é uma alimentação importante para o espírito e a informação das pessoas e, também, para o cabedal estético de cada um”.
Segundo o curador, a exposição que tem como lema a fotografia como bem cultural de primeira necessidade, traz os temas em discussão nessa mostra e a maneira de fazer fotografia.
Fonte: EBC GERAL
BRASIL
Promoção “O Máximo em Jogo”, de TNT Energy, leva consumidores brasileiros para um jogo da NBA nos Estados Unidos
TNT Energy, marca de bebidas energéticas do Grupo Petrópolis, anuncia a promoção “O Máximo em Jogo”, que vai levar consumidores brasileiros para uma experiência especial: viajar com um acompanhante para assistir a um jogo da NBA nos Estados Unidos.
A iniciativa segue a mecânica “compre, cadastre e concorra”. Ao todo, três participantes no Brasil serão sorteados para acompanhar ao vivo uma partida da temporada regular da principal liga profissional de basquete do mundo, reforçando a conexão da marca com os fãs do esporte e do estilo de vida que os cerca.
Além da experiência internacional, a promoção inclui centenas de prêmios instantâneos. Para participar, basta comprar produtos TNT (energéticos ou bebidas esportivas) e cadastrar o cupom fiscal no site oficial da promoção. A cada unidade comprada, o consumidor recebe um número da sorte. As chances de ganhar podem ser ainda maiores: na compra de latas de 473 ml da linha de sabores — exceto as versões Original e Original Zero — e de TNT Sport Drink, os números da sorte são dobrados.
Ao longo da promoção, os participantes podem acumular números da sorte para concorrer aos sorteios das viagens, enquanto os prêmios instantâneos podem ser revelados a cada novo cadastro.
A campanha é válida em todo o território nacional até 31 de agosto de 2026. É importante guardar todos os cupons fiscais, pois eles podem ser exigidos no momento da entrega do prêmio. Mais informações e o regulamento completo estão disponíveis em www.promocaotnt.com.br.
SOBRE O TNT ENERGY DRINK – Lançado em 2009, TNT Energy Drink é a marca de energéticos do Grupo Petrópolis e está presente em 20 estados brasileiros. Unindo energia, sabor e funcionalidade, aposta em inovação para atender diferentes perfis de consumidores e conta com um portfólio diversificado com 11 opções de sabores como o Original, Original Zero, Tangerina, Maçã Verde e Pêssego. A linha Focus é enriquecida com colina, ideal para auxiliar no foco e na concentração, disponível nos sabores Focus Fantasy, Pink Lemonade e Focus Berry. Já a linha Juice, conta com os sabores Mango Summer e Tropical Vibes.
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS - O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br
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