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GUERRA DO CENTRÃO

PSD faz “operação” para impedir queda de ministro de MT na Agricultura

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MATO GROSSO

 bancada do PSD no Congresso realizou uma “operação” para blindar o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, que é alvo da cobiça do PP. O líder do partido no Senado, Otto Alencar (BA), levou o ministro para uma reunião com quase todos os representantes da sigla da Casa, além do líder da legenda na Câmara, Antônio Brito (BA). Os ministros André de Paula (Pesca) e Alexandre Silveira (Minas e Energia) também participaram. A reunião ocorreu a poucos dias da minirreforma ministerial tão aguardada no governo Lula, que traz ameaças de encolher a presença do partido de Gilberto Kassab na Esplanada.

Segundo interlocutores que acompanharam o encontro, o foco foi explicitar a união da bancada e aparar as arestas com Fávaro, que é criticado pela sua gestão de emendas parlamentares. O ministro, que já recebeu ordem direta do Planalto para cancelar o repasse de R$ 127 milhões a apenas sete cidades do Mato Grosso, seu Estado, voltou a ser questionado por destinar R$ 47 milhões para Canarana de Campo Verde, cidade onde o padrinho político Eraí Maggi, conhecido como “o Rei da Soja”, tem fazendas.

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Para aumentar o drama de Fávaro, ele também é alvo de reclamações dos próprios correligionários. “Foi uma reunião para mitigar os ruídos sobre atendimento aos colegas, política é gesto. Fávaro de fato representa o setor do agronegócio, não pode ser desconsiderado”, ressaltou um aliado que participou do encontro.

“Não queremos só manter os ministérios, queremos manter os três ministros”

Esse mesmo aliado que defendeu expressamente a manutenção de Fávaro na Agricultura, avalia que “o governo não pode pensar em mexer com o PSD, um partido que não dá trabalho algum”. Portanto, a articulação do partido de Gilberto Kassab é para preservar todo o espaço que tem hoje na Esplanada dos Ministérios.

Uma liderança completa a explicação sobre a reunião: “Não foi somente para mostrar que o PSD quer manter os três ministérios, é para mostrar que queremos manter os três ministros. Não queremos trocas”.

Alexandre Silveira (Minas e Energia) é outro ministro que não vive um bom momento no governo Lula. Ele entrou numa espiral de críticas por causa do apagão energético ocorrido neste mês e ainda foi ignorado pelo Congresso na discussão para pautar uma série de projetos de energia renovável, articulada pelo deputado Danilo Forte (União-BA). Antes, chegou a ser escanteado na troca de comando de uma subsidiária da Petrobras, como revelou a Coluna. André de Paula, que ocupa o Ministério da Pesca e faz parte da cota do PSD da Câmara, até então é poupado de críticas.

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Reunião

A bancada do PSD no Senado contra com quinze representantes. A Coluna apurou que somente o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), não conseguiu comparecer à reunião da bancada. Os senadores Omar Aziz (AM) e Mara Gabrilli (SP), participaram do encontro por chamada de vídeo.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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