Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Governo de MT entrega kits de higiene a estudantes de escolas estaduais

Publicados

MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso entregou, na tarde desta terça-feira (29.08), 715 kits de higiene escolar para todos os alunos da Escola Estadual Mariana Luiza Moreira, no bairro Tijucal, em Cuiabá. A unidade de ensino foi a primeira a receber os kits, que serão entregues a todos os estudantes matriculados nas 664 escolas da rede estadual.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, lembrou que ao todo 341 mil kits serão entregues nas unidades escolares e a ação faz parte das políticas educacionais do Plano Educação 10 Anos. O Governo investe R$ 20,5 milhões.

“Isso prova que o Governo olha pra quem mais precisa e reconhece a política de bem-estar nas escolas. A ação visa estimular a prática de higiene pessoal e a qualidade de ensino dos estudantes, já que muitas estudantes costumam faltar às aulas no período menstrual por não ter o absorvente para conter o fluxo menstrual”, disse o secretário.

Os itens que compõem o kit de higiene são: 01 escova dental, 01 creme dental-Gel (70 gramas), 01 enxaguante bucal líquido (250 ml), 01 enxaguante bucal spray-líquido (30 ml), 24 absorventes descartáveis, 01 cartilha interativa sobre a utilização e a embalagem.

Leia Também:  VÍDEO: Governo de Mato Grosso está combatendo as facções criminosas com o uso da inteligência e operações constantes realizadas pelas forças de segurança:

A entrega contou com a presença da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, que reforçou e parabenizou o trabalho que a Seduc tem feito nos últimos anos. “São tantos investimentos que o Governo tem realizado através da Seduc, com infra-estrutura, uniforme escolar, chromebook e, agora, o kit higiene escolar. É muito gratificante chegar na escola e ver a felicidade das crianças, isso significa que elas se sentem bem no ambiente escolar”, ressaltou.

O diretor da escola, Mauricio Macari, destacou que os kits agregam muito no aprendizado dos estudantes. “Muitos deles não tem condições de bancar nem mesmo o alimento dentro de casa, e sentem vergonha de ir para a escola por não terem itens para fazerem uma boa higiene bucal, como a pasta de dente e até mesmo o absorvente, no caso das meninas. Esse Governo tem cuidado e olhado para essas crianças e jovens mais carentes”, disse.

A estudante Aline Campos foi uma das beneficiadas com o kit e disse que agora vai se sentir mais confiante e segura em frequentar a escola, já que poderá fazer a higiene pessoal de forma adequada todos os dias. “Muitos de nós não têm condições de comprar o mínimo, que é uma pasta dental e o absorvente. Esses kits com certeza vão ajudar muito”, ressaltou.

Leia Também:  Policiais militares aderem à campanha de doação de sangue e reforçam estoque do Hemocentro

Maria Fernanda, aluna do 9º ano da escola, agradeceu a iniciativa do Estado e disse que tem orgulho em ser uma das beneficiadas. Já Rayane Vitória, também estudante contemplada, disse que é importante as alunas terem um kit na bolsa, já que muitas das vezes quando ocorre o fluxo menstrual, muitas delas não estão preparadas e tendo o produto em mãos sentem segurança em ir para sala de aula. “Muitas vezes faltamos aula porque não temos

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Empresário de 32 anos morre após acidente de trânsito no interior

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Indiciado pela Polícia Civil por morte e ocultação de corpo de namorada é condenado a 22 anos de prisão

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA