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“Sempre esperei receber esse documento e ser a proprietária da minha casa”, diz moradora de Santo Afonso

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Rosangela Souza é moradora do bairro Boa Esperança, antiga Gleba União do município de Santo Afonso, desde que nasceu. É professora, mãe de dois filhos e há 40 anos aguardava pela regularização da sua casa. Nesta sexta-feira (1º.09), Rosangela e outros 89 moradores do município tiveram a oportunidade de receber Títulos de Regularização Fundiária Urbana entregues pelo Governo de Mato Grosso.

“Esse é o nosso sonho, sempre esperei ter esse documento em mãos e hoje posso dizer que sou proprietária da minha casa. Quero agradecer muito ao governador Mauro Mendes e à primeira-dama, Virginia Mendes, que nos proporcionaram isso, admiro demais o trabalho que eles têm feito em todo nosso estado”, afirmou Rosangela.

Nesta semana, o Governo de Mato Grosso entregou títulos em 17 cidades de Mato Grosso, por meio do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat). Em duas delas, os documentos foram entregues por meio da MT Par, em Campo Novo do Parecis e Santo Afonso.

Moradores dos bairros Jardim Primavera e Boa Esperança de Campo Novo do Parecis também receberam os títulos, nesta quinta-feira (31). Estes, eram moradores que aguardavam há mais de 30 anos pela regularização do seu imóvel.

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Para dona Helena Pereira, moradora do bairro Boa Esperança, em Campo Novo do Parecis, essa ação proporcionou mais que a realização de um sonho, mas também foi uma economia para ela e sua família. “Essa é uma segurança a mais para gente, porque temos um documento oficial. E sem contar que para mim foi uma economia muito grande. Se não fosse essa ação, eu não teria condições de pagar por um documento desses”, disse Helena.

Outra moradora que destacou essa economia foi Alceni Moreira, vizinha de dona Helena. “Eu tinha tentado fazer antes esse documento, mas os custos são altos. Porém, agora, graças ao governador Mauro Mendes, consegui realizar meu sonho de ter meu título em mãos. A gente não conseguia fazer e vocês vieram e conseguiram fazer não só para mim, como para todos os outros moradores.”

Se um cidadão fosse fazer o registro do seu imóvel, o custo para ter esse documento em mãos seria em média 5% do valor venal do imóvel, sem contar ainda a variação de acordo com cada município.

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“Portanto, essas entregas geram ainda economia para todos aqueles cidadãos mato-grossenses que não teriam condições de pagar para ter esses títulos de regularização em mãos. Essa é mais uma ação social do nosso governador Mauro Mendes e da primeira-dama, Virginia Mendes, que entregam esses documentos gratuitamente com todos os registros já feitos em cartório”, destacou o presidente da MT Par, Wener Santos.

Ao todo 73 títulos com registros em cartório foram entregues em Campo Novo do Parecis e 90 Títulos de Regularização Fundiária Urbana no município de Santo Afonso.

Seu Valmor Simoni, vendedor de Churros em Campo Novo do Parecis se emocionou ao dizer que agora ele tem a garantia de um teto para ele e toda família. “Se vier a acontecer alguma coisa comigo, agora os meus filhos estarão amparados, eles têm a garantia de um documento afirmando que a casa é deles”, finalizou Valmor.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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