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“Não há nada mais importante para uma família do que ter a casa própria”, afirma secretário-chefe da Casa Civil

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O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, afirmou que o Governo de Mato Grosso tem trabalhado intensamente para realizar o sonho de milhares de famílias que aguardam a entrega dos títulos definitivos de suas casas em todo o Estado.

“Seguimos trabalhando para cumprir nosso compromisso com a população, porque não há nada mais importante para um pai e uma mãe de família do que receber a escritura da própria casa”, disse o secretário, ao participar da entrega de mais de 200 títulos definitivos do Bairro Jardim Renascer, na noite desta sexta-feira (1°.09), em Cuiabá.

Fábio Garcia destacou que os moradores do bairro aguardam há mais de 20 anos pela regularização das casas, e que o compromisso do Governo do Estado, por meio do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), é entregar a escritura de 100% das casas do bairro.

“Conhecemos o Jardim Renascer na época da Prefeitura de Cuiabá, quando o governador Mauro Mendes era prefeito, eu, secretário de Governo, e o Marcelo de Oliveira era secretário de Obras. Por meio do programa Novos Caminhos, conseguimos trazer asfalto para o bairro. Desde aquela época, o governador e a primeira-dama, Virginia Mendes, jamais descansaram ou se esqueceram deste bairro, e hoje, no Governo do Estado, realizam mais um sonho dos moradores”, comentou o secretário.

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“Eu sei que foram noites difíceis, de insegurança, insônia, de não saber se todo aquele dinheiro suado, investido na casa própria, se transformaria num patrimônio para a sua família, para poder passar para os seus filhos e os netos, mas hoje esse sonho se torna realidade, e a gente fica muito feliz de participar, em nome do governador e da primeira-dama Virginia, deste momento tão especial”, completou.

A entrega de escrituras desta sexta-feira faz parte da Semana de Regularização Fundiária Solo Seguro, realizada em parceria entre o Governo do Estado, Conselho Nacional de Justiça, Tribunal de Justiça de Mato Grosso e Associação dos Notários e Registradores do Estado (Anoreg).

Somente ao longo desta semana o Governo de Mato Grosso entregou cerca de 2 mil títulos em todo o Estado. Novas escrituras ainda serão entregues ao longo dos próximos meses.

De acordo com o secretário da Casa Civil, os títulos entregues pelo Governo são gratuitos e já estão registrados em cartório.

“As escrituras significam o direito à propriedade. Tenho certeza que todas essas pessoas que receberam títulos do Governo vão dormir com mais tranquilidade, com a segurança do lar próprio”, ressaltou o secretário.

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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