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Gefron apreende 450 quilos de droga e causa prejuízo de R$ 8,2 milhões ao tráfico

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu, na noite deste sábado (02.08), 450 quilos de cloridrato de cocaína e pasta base, na cidade de Poconé (103 km de Cuiabá). A ação faz parte da operação Hórus – Guardiões da Fronteira e contou com auxilio da 6ª Companhia Independente da Polícia Militar.

A localização do entorpecente ocorreu durante patrulhamento na Rodovia Transpantaneira, quando os policiais visualizaram uma picape Fiat Strada e na abordagem descobriram que o motorista atuava como “batedor” para um segundo veículo que transportava uma grande quantidade de droga. Na ocasião, o suspeito confessou que receberia a quantia de R$ 3 mil pelo serviço.

Instantes depois, os policiais tentaram abordar um veículo Chevrolet Montana, responsável por transportar o entorpecente, no entanto, o condutor não obedeceu a ordem de parada e atirou contra os militares, que revidaram.

Ferido, o suspeito foi levado ao Pronto-Socorro de Poconé, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Com ele, o Gefron aprendeu um revólver calibre 38, usado para atirar na equipe.

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No veículo foram encontrados 15 fardos com 461 tabletes de entorpecentes, que somam mais de 450 quilos. O prejuízo estimado ao crime é de R$ 8,2 milhões.

O “batedor” acabou preso em flagrante e foi encaminhado para Delegacia de Fronteira de Cáceres.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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